Como vive uma faxineira na Suécia

Claudia Wallin

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A polonesa Beata Romanowicz é a minha ajudante providencial das faxinas quinzenais, mas nem sempre está a postos. Nos finais de semana, ela costuma desaparecer como um Aécio em dia de manifestação pró-impeachment. É quando Beata e o marido, o pedreiro Jacek, saem para passear e pescar no arquipélago sueco a bordo do barco do casal, um confortável Bayliner americano de dez metros de comprimento.

Nos dias em que vem trabalhar, ela chega em minha casa ao volante de um BMW 325 conversível. Mas como qualquer habitante desta terra gelada, Beata também sofre de uma aguda síndrome de girassol que a faz jogar-se em um vôo promocional para destinos ensolarados, a cada vez que os termômetros caem demais e o orçamento permite. Em janeiro, auge do inverno sueco, ela escapou para a ilha espanhola de Tenerife ao lado do marido.

Decidida a revigorar o espírito com novas emoções, Beata já me pediu para anotar na agenda os dias em que estará com Jacek em Nova York, em setembro.

Beata é parte de um fenômeno relativamente novo na Suécia: o surgimento de diaristas para a limpeza doméstica. Elas foram chegando aos poucos, vindas principalmente da Polônia, quando a entrada do país na União Européia em 2004 eliminou as fronteiras com o continente.

A chegada gradual das diaristas alimentou, de imediato, um intenso debate em torno de uma das igualitárias máximas suecas – “man måste ta hand om sin egen skit”, ou “cada um deve cuidar da sua própria sujeira”.

Na Suécia, empregada doméstica que dorme no emprego é como uma fábula de mau gosto, e simplesmente não existe. Entre os suecos mais radicais, o zelo pela igualdade e o medo do ressurgimento de uma subclasse social chega a provocar reações exaltadas. Em um debate da campanha eleitoral de 2006, flechas voaram contra a então líder do Partido de Centro (Centerpartiet), Maud Olofsson, quando ela defendeu a introdução de abatimentos fiscais para permitir aos suecos contratar faxineiras e aliviar assim sua dupla jornada.

”E quem limpa o banheiro da empregada?”, perguntou, irritado, o jornalista e mediador do debate na TV4 sueca, Göran Rosenberg.

”E quem pinta a casa do pintor?”, retrucou Maud, rápida no gatilho. ”A faxineira também pode contratar ajuda quando precisar”, argumentou ela.

A coalizão de Maud venceu as eleições e a contratação de faxineiras foi facilitada, mas não é pequeno o número de suecos que ainda se sentem constrangidos ao contratar uma diarista. Ou que simplesmente recusam-se a ter alguém limpando a sua sujeira – como é o caso dos meus sogros, que aos 81 e 84 anos de idade continuam cuidando da faxina, lavando a roupa e polindo as janelas da casa. Diaristas na Suécia, aliás cuidam rigorosamente apenas da faxina: não lavam roupa, não cozinham, e raras são as que aceitam manejar o ferro de passar.

O cúmulo do contrangimento, para uma amiga sueca que esteve conosco em Búzios certa vez, foi descobrir que a casa que alugara incluía os serviços de uma empregada doméstica em tempo integral.

“Claudia, a empregada me perguntou o que ela deveria fazer para o almoço”, disse Åsa, que é editora-chefe da maior revista feminina da Suécia, em um telefonema aflito para o meu celular.
“E daí?”, perguntei.

“Fiquei envergonhada, então perguntei à empregada o que é que ela gostaria de comer hoje”, respondeu Åsa, naquele diálogo sobrenatural.

Beata.Barco.Otima.4

Mas aos poucos, diaristas como Beata Romanowicz vão quebrando em parte este tabu nacional, e agências suecas de serviços de limpeza doméstica também já vão surgindo. Um dos argumentos favoritos para se livrar da culpa é o de que, ao contratar os serviços de uma faxineira, está-se também ajudando uma pessoa a ganhar a vida.

Beata ganha, de fato, a vida. Como funcionária de uma agência de diaristas administrada por uma polonesa, ela tira por mês entre 20 e 25 mil coroas suecas, o que equivale aproximadamente a uma quantia entre 7.400 e 9.300 reais. Trata-se de um valor um pouco abaixo da média salarial na Suécia, que é atualmente de 27,3 mil coroas suecas.

Depois de pagar cerca de 30% em impostos, ela tem no bolso o equivalente a entre cerca de 5,2 mil e 7,8 mil reais. Uma quantia mediana, para viver em uma das cidades mais caras do mundo.
“Eu jamais conseguiria ganhar na Polônia o que ganho aqui na Suécia, e ter as mesmas condições de vida”, diz Beata, que chegou à capital sueca há oito anos.

A vida de Beata ficou melhor quando ela conheceu o marido, o pedreiro Jacek Romanowicz, pela internet. Jacek já havia desembarcado em Estocolmo muito antes, determinado a ter uma vida mais digna.

Na Polônia dos anos 80, naquele dia em que completava 38 anos, Jacek resolveu dar um basta na vida subterrânea que levava como operário de uma mina de carvão da cidade de Katowice, no sul do país – por acaso, o mesmo lugar onde Beata nascera.

“Meu sonho era poder comprar um carro”, ele lembra.

“Naquela época, foi muito difícil conseguir os papéis para entrar na Suécia. Mas um dia, eu consegui”.

De ajudante a mestre de obras, Jacek trabalhou em dezenas de construções e reformas em Estocolmo. Aprendeu o máximo que podia, especializou-se no ofício de pedreiro, e há oito anos conseguiu dar o salto que planejava: criar a própria microempresa de pequenas obras, onde emprega três ajudantes.

Jacek diz que fatura em média cerca de 500 mil coroas suecas por ano (aproximadamente 186 mil reais) – mas boa parte dos ganhos é taxada pelo leão sueco. Ele explica:

“Se eu ganhar até 420 mil coroas por ano, pago 30% em impostos. Se o faturamento anual ficar entre 420 e 550 mil, a taxa de imposto sobe para 50% do total de rendimentos acumulados nesta faixa. E o que eu faturar acima de 550 mil coroas, é taxado em 60%”, ele calcula.

Beata.Jacek

Jacek banca ainda os encargos sociais dos três ajudantes, que têm seus salários atualizados de acordo com os acordos coletivos da categoria – o poderoso Byggnadsarbetarförbundet, o sindicato sueco dos trabalhadores de construção, o intima a oferecer uma vida digna aos seus operários, como ele próprio teve antes de se tornar um microempresário do ramo.

Dependendo do ano, ele fatura menos, ou mais.

“Em 2013, paguei cerca de 500 mil coroas em impostos”, conta Jacek.

É uma conta alta demais?

“Acho que é muito. Todo mundo na Suécia paga impostos altos. Na Polônia paga-se bem menos. Mas é melhor aqui na Suécia”.

Por quê?

“Porque aqui as oportunidades são maiores, pode-se ganhar mais. A vida também é mais tranquila, porque na Suécia existe pouca corrupção e pouca violência. E aqui o trabalho de qualquer pessoa é respeitado, não importa se uma pessoa trabalha como médico, pedreiro ou faxineira”, ele diz.

Beata concorda, com um movimento de cabeça. Como ainda luta para aprender melhor o esfíngico idioma sueco, ela pede a Jacek para ajudar na tradução.

“A vida aqui é mais digna, e 100% melhor do que na Polônia”, ela diz. “Lá ninguém respeita a profissão de faxineira, que é considerada um trabalho de segunda classe.”

Beata.Closet

Juntos, Beata e Jacek dividem uma casa de dois andares e 90 metros quadrados em Snösätra, subúrbio ao sul de Estocolmo. O imóvel foi adquirido no sistema de bostadsrätt – literalmente, “direito à moradia” em imóvel pertencente a uma cooperativa de proprietários, que é o sistema predominante na Suécia. Pela cota mensal de serviços e manutenção cobrada para o imóvel, o casal paga seis mil coroas suecas (equivalente a cerca de 2,2 mil reais).

Na garagem, está um carro provavelmente melhor com o que sonhava Jacek nas profundezas da mina de carvão de Katowice – um utilitário SsangYong Kyron 2.7, equipado com motor turbodiesel da Mercedes-Benz. Na vaga ao lado, fica o BMW que ele deu de presente a Beata há dois anos, quando ela completou 45 anos de idade.

Ao lado de Jacek, Beata também conquistou seu lugar ao sol, ou melhor dizendo, seu lugar sob o carregado céu cinzento dos longos invernos suecos. Antes de se mudar para Estocolmo, ela tinha deixado a Polônia para trás a fim de tentar uma vida melhor na Escócia, trabalhando como arrumadeira em um hotel da cidade de Glasgow. Levou junto com ela a filha Patricia, e lá ficou durante quase dois anos. Patricia tem agora 27 anos de idade e trabalha no mesmo hotel que Beata limpava – mas como funcionária da administração.

Beata.Spa.Lounge

Como faxineira na Suécia, Beata tem direito aos mesmos hospitais públicos de qualidade que atendem empresários, deputados, vereadores, médicos, policiais e lixeiros, nesta cidade onde só existe um hospital particular para consultas – e no qual não há serviços de emergência.

Beata viaja nos mesmos limpos e organizados ônibus e trens onde circulam o presidente do Parlamento e os ministros da Suprema Corte sueca. Frequenta cafés e restaurantes do centro da cidade, como seus patrões e patroas.

Na Suécia, a faxineira Beata não é, enfim, uma cidadã de segunda classe.

O que me faz lembrar um amigo sueco dos meus primeiros tempos de Suécia, que foi uma das minhas primeiras referências sobre a consciência social dos escandinavos.

Ele pagava a uma agência de diaristas quase o dobro do que eu gastava com os serviços da minha faxineira, uma brasileira recém-chegada ao país e ainda sem registro de trabalho. Quando sugeri dar a ele o número de telefone da diarista, ele recusou a oferta, com um sorriso educado. E quando abriu a boca, me fez passar por um dos muitos vexames que já passei e ainda vou passar na vida:

“Se eu pagar uma faxineira no black, ela não vai poder ficar doente, porque não vai ter acesso aos serviços de seguridade social. Também não vai poder envelhecer com tranquilidade, porque não terá direito a uma aposentadoria pública. É por isso que eu prefiro pagar mais.”

* Texto publicado originalmente no Diário do Centro do Mundo (DCM).

770 thoughts on “Como vive uma faxineira na Suécia

  1. Damicele Salgado Gorgatti says:

    Aqui no Brasil as coisas não andam porque tem muita gente que ainda acha que vale a pena brigar pelo direito de odiar…..de colocar religião no meio da politica….e de ser o must em algum setor. Aqui a ideia é nivelar por baixo…para massagear o ego de quem é exceção à regra.
    Que graça teria ter carrão em um lugar onde todo mundo tem?
    A cabeça do Brasileiro não admite a ideia de jogo sem vencedor, como era comum em comunidades indígenas.

    Para validar seu atraso….tudo é polêmico ou cultural.
    Religião, futebol e politica não se discute.Assim se justifica a lógica de que se tocar no assunto, a pessoa pode mostrar seu “ódio” .Que seria o único direito do Brasileiro nesse país cruel…onde só ele quer melhoria, mas ninguém permite que ele se mecha e faça a “diferença”. Logicamente fazer a diferença no entendimento arrogante é impor a sua visão VENCENDO os demais. É exatamente pela construção dessa lógica estupida que o Brasil anda aos trancos e barrancos.

  2. Thiago Andrade says:

    Comecei a te seguir em Janeiro quando vim para Suécia, agora minha pesquisa está terminando e eu tenho que voltar para o Brasil. Mas a cada postagem sua me dá mais vontade de me esconder aqui mesmo. Em tempo, parabéns pelas postagens e assim que chegar no Brasil comprarei o livro.

  3. Renata Cézar Björling says:

    A minha hostmother em Dublin tinha uma faxineira que era disputadíssima, 2 vezes por mês era o máximo que ela podia contar. Ela também chegava com um carrão, um volvo todo invocado. Se formou em história no Trinity College mas gosta mesmo é de ser autônoma e planejar seu próprio horário de trabalho.

  4. Bety Souza says:

    Nossa só quem foi pra este país sabe que é verdade pra começar mendigo anda com cordão de ouro no pescoço só são mendigos porque na verdade eles são alcolotra fiquei 3 meses lá e vivenciei coisas maravilhosas

    • Carolina Alves says:

      Suécia sem dúvida, um amigo sueco comprou um ap de 28m2 pelo valor de um ap na beira mar aqui de fortaleza, a diferença é que lá todos podem comprar um ape de 28m2 pelo valor de um ap na beira mar daqui.

    • Sandra Cioto says:

      Pois é Carolina Alves . Lá todos podem : aqui não . Apesar de pensarmos que a Suécia é mais cara que o Brasil , lá eles tem escolas , moradia transporte e , o principal de tudo . Saúde , que não temos aqui . Tudo por conta do pais . Aqui também pagamos a mesma quantidade de imposto que eles e não temos nada disso .

    • Carolina Alves says:

      Aqui não temos os maiores impostos do mundo mas temos a maior sonegação do mundo, já está em 200 bilhões de reais sonegados. É isso que precisa parar de ocorrer, a sonegação. São 200 bilhões de reais em operações comerciais que afetam a vida de todos nós porém nenhum centavo chega em benefício do povo, vai tudo para p bolso do empresário sonegador.

    • Sandra Cioto says:

      Você está completamente enganada . Temos sim os impostos mais caros do mundo . Empresários de peso pagam simmmmm impostos . Dinheiro ilegal e propinas , me parece são pessoas ( políticos ) que recebem . A cada instante só vemos mais e mais notícias vergonhosas da corrupção e propinas . Ah … São Paulo é uma cidade mais cara que Paris para turismo . Beijos .

  5. Edson Ferreira says:

    Com a grana que as madames pagam aqui não dá pra comprar nem patinete. Elas contratam como faxineira, depois pedem pra cozinhar, pra lavar, passar roupa e fazer compras, sem acrescentar um centavo à diária previamente acertada. É… Beata, fica por aí mesmo. Não cometa a loucura de vir curtir o sol no Brasil. Seria a maior fria. A escravidão não foi abolida nas terras tupiniquins. Foi camuflada… Vai que obrigam você a trabalhar de faxineira em solo verde amarelo… Até seu BMW 325 conversível vai ficar a serviço dos patrões…hehehe!!!

  6. Wellington Paula E Sousa says:

    Cada país com seus costumes. Querer receber salário de terceiro mundo a viver vida de primeiro mundo, apenas e tão somente na Suécia isso será possível. Por enquanto, ficamos na inveja, na cobiça e na vontade de algum dia chegarmos lá. Com essa classe política que temos está muito difícil.

  7. Thea Vieira says:

    Pois eh, so que aqui (na Escandinavia) diretor de petroleira lava privada, ja que a faxina eh carissima e so da pra ter empregada de 15 em 15 dias. Quem ai no Brasil se habilita? Ja lavou sua privada hoje?… Adoro viver em pais socialista, lavando privada e tudo!

  8. Glacy Mello says:

    Claudia, presenciei fato semelhante, na Bélgica em Bruxelas, ainda no ano de 1973, na residência de minha sogra. Chegava com o mesmo aparato e eficiência, trabalhava até as 14 hrs e após prestava serviço até o final do dia, tudo cronometrado,na parte residencial, na embaixada do Brasil. Ganhava e vivía, merecidamente, muito bem.

  9. Marcelo Rawls says:

    Bem estou aqui em MIAMI
    DIANTE DE FATOS Rs
    Ainda no Japão carro e barato e
    ONQUE HA SAO 2 coisas:
    1- MENOS GOVERNO nos PRECOS
    2- E SOCIEDADE mais INFORMADA
    3-,E UMA ESCOLA que se aprende ECONOMIA
    e nao MITOS MARXISTAS.

  10. Junior Luz says:

    Aqui roubam o dinheiro dela através de impostos para pagar Propinas, Mensalão, Petrólão, Bendolão, Reeleição…. Ela ainda tem que Saúde, Segurança, Habitação, e Educação… Lá se o Governante disser que ” não sabia de nada” perde o cargo na hora…. E outra, os eleitores tem vergonha na cara e não defendem Ladrões descaradamente , seja de Esquerda ou de Direita…
    Ninguém lá na Suécia tem a Coragem de defender Ladrões Descarados….
    Mas aqui nas terras da Copa da Copas da FIFA….

  11. Wilson Moreira says:

    De fato, Claudia, existe uma distância de alguns anos-luz entre a admirada organização social da Suécia e a maltratada sociedade brasileira que segue como dizia minha bisavó, “aos troncos e barracos”…

    • Job Diogenes Ribeiro Borges says:

      Não, quem quer todo mundo pobre sempre foi a direita, tanto o é, que programas de renda mínima são tratados pelos “DEM”, “PSDB” como coisa pra formar vagabundo. Os desonestos sonegadores, explorados de direita não querem distribuição de renda, querem é viver na mordomia.

    • Silvia De Castro Arruda says:

      Aliás, estão na maior crise, sem empregada, sem faxineira, sem facilidade de achar subempregado tendo que encarar a própria sujeira… Ah! Se forem mulheres porque homens dessa estirpe de pseudo elite intelectual assumem que esse trabalho é para mul – ou administrando ou fazendo… Kkkk! Este país tem quase tudo para construir!!! Adoro!!! E estamos construindo!

    • Silvia De Castro Arruda says:

      Mas estamos falando da faxina daquela sujeira que todos fazemos em nossas casas, mas que, aqui, quem limpa nunca foi respeitado… foi subempregado e não tinha condições de vida semelhantes a de seus empregadores. Sobre roubarem suas coisas… isso faz parte dessa mesma história da violenta desigualdade social que nunca foi normal, apesar de ser tratada por muitos como uma fatalidade. Na Suécia que os suecos construíram e também em toda a Escandinávia, desigualdades socais assim são inadmissíveis e a sociedade teve que inventar um jeito diferente de se relacionar…Como precisa acontecer aqui!

    • Job Diogenes Ribeiro Borges says:

      Seu comentário, atesta a estupidez clássica da classe média brasileira. Muito longe do nível moral, social e humano de um suéco. É claro, temos que dar um desconto, na Suécia náo tem uma rede Globo e Veja mentindo descaradamente dia e noite e o zé povinho de classe mérdia acreditando. Recomendo ao ilustre, fazer só uma compraração do nível do Lula e do FHC quando entrevistados no programa HardTalk na BBC, vai no youtube, procure lá “HardTalk BB FHC” e “HardTalk BBC Lula”.

  12. Geronimo Dias says:

    Enquanto isso, nossos políticos vão espalhando as migalhas que minam a capacidade reativa do povo, encurralando-o entre as benesses do paternalismo estatal e a alienação política. Ao mesmo tempo, surrupiam a COISA PÚBLICA de todos os modos possíveis e imagináveis, notadamente pelos ralos da corrupção e das mordomias imorais infindáveis.

  13. Luiz Pedro Terezani says:

    Na Suécia cada pessoa escolhe a sua profissão pelas suas aptidões, porque em termos financeiros todos são bem remunerados, todas as profissões são dignas, não importa se é de origem braçal ou intelectual, todos são respeitados e valorizados. Conheço um pouco da cultura e do modo de vida sueco, fui empregado de uma empresa sueca (Ericsson).

  14. Roberto Guinther says:

    se nós não pagassemos tanto impostos para sustentar uma cambada de gente no governo com altos salarios e + roubalheira = talvez nós brasileiros pudessemos ter uma vida semelhante, veja bem estou dizendo semelhante.

    • Silvia De Castro Arruda says:

      Só que não!! A Suécia é um dos países com maiores impostos do mundo e lá tem várias bolsas para inclusão social porque lá não se admitem diferenças sociais e que um cidadão não tenha um começo de vida digno, então a sociedade inventou um modelo em que todos pagam muitos impostos para que haja distribuição de renda… Estudar, sempre!

  15. Hedelcio Rodrigues says:

    A riqueza produzida no Brasil é suficiente para que toda a sua população tenha dignidade, consumindo produtos e serviços para seu bem estar. Mas, a máquina pública é obesa e ineficiente; arrecada-se muito, entrega-se pouco. Carga tributária de quase 40% e não há investimentos corretos e estratégicos para a sociedade andar, ou seja, sobra incompetência. Soma-se corrupção e o resultado é evidente – desigualdade social, educação ruim, economia decadente, inflação descontrolada – mas, durante a campanha eleitoral é tudo lindo e será ainda melhor.
    Brasil um país de todos.
    Brasil pátria educadora.

    • Job Diogenes Ribeiro Borges says:

      Blah Blah Blah. Você falou isso sem pensar, repetindo alguma ladainha da direita. É o básico do brasuca, falar sem conteúdo.. Mas, vamos lá. Você sabe a diferença entre carga tributária e arrecadação? Você acha que investimentos em educação, moradia e renda mínima, são estratégicos ou não? Você sabia que é sonegado mais de 500bilhões ao ano? Você sabe que vão para os Bancos quase 1TRILHÃO? Você acompanha as votações? Ou só vê a TV e capas de jornais e revistas?

  16. Jose Parrot Bastos says:

    Que país incrível! Mesmo tendo um dos mais altos imposto de renda do mundo, uma imigrante, com emprego de baixa qualificação pode comprar um carro desses e ainda ter um barco para pesca. Só que o marido, empreiteiro, é quem deu de presente. KKK

  17. Flávio Costa Awa-Guajá says:

    Eles vivem assim pq a Suecia (e seus bancos e suas transnacionais) vive da exploração do 3o mundo e das populações de trabalhadores a que impõe a exploração de trabalhos com baixos salários…isso gera altos lucros que eh enviado destes países à Suecia (a tal remessa de lucros ao exterior, entende ?) que financia o bem estar deles (lembra dos vikings que saqueavam outros povos ???) e do restante dos bárbaros europeus…

  18. Mariano Matoso says:

    Posso até imaginar um fim de semana de uma faxineira em nosso solo brasilis: às seis da matina, Maria das Dores sai de casa – casa só no nome – um pequeno quartinho no Morro do Alemão, subúrbio carioca, toma um café preto e chega à casa da patroa em sua segunda condução, o busão da Carioca. Maria das Dores é mãe solteira, deixa suas duas filhas na creche municipal, sua carga horária é dez horas, lavando e passando, sem esquecer da cozinha e dos banheiros, e o melhor, seu salário mensal de R$ 788,00, sem direito à ticket transporte, pra variar, estamos no Brasil.

  19. Job Diogenes Ribeiro Borges says:

    Quem leu este texto, percebe claramente que no pensamento de um sueco, não cabe explorar a mão de obra. O Sueco olha pra si mesmo em seus atos. antes de tudo. E em seus atos, olha pras outras pessoas, é humano. Aqui, só vi pessoas falando do Brasil e do Governo, tudo em terceira pessoa. A maioria, não lê um livro por ano, jamais leu nada sobre ética, política, humanismo, nada. Só vê TV! e vê capa da Veja. Se encantam com o carro da Doméstica. Me encantou mesmo Claudia Varejão Wallin, foi ler quando escreveu sobre a história de sua empregada. Primeiro pela coragem de contar e ver como carregamos valores podres em nós mesmos. E depois pra mostrar o que é um Sueco. Uma pessoa que olha os outros como irmãos, como deveria ser todos os que se dizem “Cristãos”.

  20. Elza Mari says:

    Uma faxineira no Brasil, pra chegar próximo a esse patamar.
    Tm q ganhar mto bem ,q é impossível por aqui.
    Nem quem tm formação, não ta ganhando.
    Ou jogar na mega, e rezar pra ser sorteada.
    So isso!!!!

  21. Luís Sérgio Gonçalves says:

    Um país onde programas sociais assistencialistas é uma forma “legalizada” de compra de votos da população carente não podia ser diferente.Improbidades administrativas,uso incorreto do dinheiro público,facilicitações para construtoras no exterior através do BNDES….entre outras afrontas,deixam o país na situação que se encontra….um desses efeitos o desemprego em crescente escala.
    É o Brasil..

  22. Alba Bathke Palma says:

    País de primeiro mundo. Estamos tão longe daquela realidade, que da vontade de chorar. Lá os impostos são altos, mas retorna para os suecos em forma de educação, segurança, saúde e bem estar social.

  23. Leila Candido says:

    Ser invejoso não é legal eu sei. Mas que inveja do povo do primeiro mundo. Não pelo que possuem, pois isto é supérfulo, mas pelos seus governantes que respeitam o povo e lhes dão condições dignas para viver. Com certeza la nao deve existir bolsa esmola, vale mendicancia, etc.

  24. Eliane Lemos says:

    Arrume uma vaguinha pra mim, pois sou limpa à beça! deixo até os meus dois diplomas de Universidade Pública aqui no Brasil, pois não estão me servindo para quase nada. O que me vale é que deixei de ser alienada há muito tempo.

  25. Celia Maria Arcanjo Costa says:

    Realmente, pagamos altíssimos impostos para beneficiar a classe política eleita por nós!. O saldo dessa nossa pobreza de conhecimento tem origem na nossa precária educação e na falta de iniciativa de querer realmente mudar o Brasil. Tudo só depende de nós..

  26. Daniel Santos says:

    Gostei das palavras, Celia Maria Arcanjo Costa. Vejo muita gente falando de político, mas no texto fica bem claro o posicionamento respeitoso das pessoas. Já vi gente falando aqui algo como “daqui a pouco a minha empregada vai ganhar mais do que eu”. E qual o problema disso? Temos que parar de usar como desculpa os políticos por todos os nosso problemas.

    • Elina Rask says:

      Não entendi a o que o senhor está se referindo, mas tive a impressão que, falando tanto de dinheiro sujo e tal, o senhor na verdade está pensando na Suíça, onde muitos ricos mafiosos têm conta (as famosas contas nos bancos suíços!). Meu senhor, o texto fala sobre a SUÉCIA, não SUÍÇA. São dois países totalmente diferentes, meu senhor, a Suécia está na Península Escandinava, tem um idioma totalmente diferente da Suíça, etc etc etc. Olha o mapa e procura adquirir um pouco de conhecimentos gerais. Tenha um bom dia.

  27. Heliana Foureaux says:

    Engraçado que todos nós sonhamos com uma país assim, que valorize seus trabalhadores, seja que trabalho façam. Mas, quando chega a hora de assinar a carteira e pagar os direitos….bem… Aí a historia é outra.

    • Catharine Miucha says:

      Mas são justamente os ditos “direito trabalhistas” que tiram a competitividade do país e impedem que mais gente progrida. Se cada um tivesse mais renda disponível (e não perdesse todo mês 1/3 do que ganha para bancar um governo corrupto e inoperante), cada um teria o direito de gastar como quiser a sua renda sem a interferência de ninguém. Ou seja, se a faxineira quer comprar um barco e um carrão, isso é um problema dela pois ela faz o que quiser com o seu dinheiro. Só no Brasil as pessoas acreditam que direito trabalhista é bom… Quem você acha que gerencia melhor o seu dinheiro: você ou o governo?

    • Heliana Foureaux says:

      Catharine, desculpe, mas acho uma ilusão país sem impostos. Existem bens que são comuns e o governo funciona como um síndico que ajunta pra distribuir. A questão é que nosso governo é corrupto, incompetente, mal intencionado. Mas os direitos dos trabalhadores precisam ser garantidos como em todos os países o sáo.

  28. Élia Marília Fouraux says:

    Aqui a gente só sofre nessa desgraça de país, com esses governantes que odeiam o povo ! E o pior é que com todas as riquezas minerais que temos no Brasil, poderiamos ter uma vida mais confortavel tambem. Nao precisaria de ninguem depender de bolsa esmola . Ninguem viver de esmolas de governo. Mas nossos governantes são uns desgraçados malditos, que querem ver o seu povo à mingua !!!

  29. Adilson Brito says:

    E isto nâo é ostetaçao, é a realidade de um pais SÉRIO que da valor ao seu povo, E OPOVO, CORRESPONDE, PAGANDO, SEUS INPOSTOS, SABENDO, QUE TUDO, QUE ELES PAGAM, RETORNA, COM SEGURANÇA , SAUDE E QUANDO DE DE VIDA, NÂO, EXISTE CORRUPTOS, POR LÁ,

    • Adilson Brito says:

      È verdade más a proporção, é tão, pequena, e a ação, da Justiça, è tão, ràpida, que nen entra, nas estatisticas, , aqui nos estados, unidos, tambem, tem, corruptos, só, que quando, descobertos, sâo, presos, não importa, a idade, ou grau, de hierarquia, que ele exerce, no pais, pode, ir do presidente, ao primeiro, degrau, na sociedsde,.

  30. Adilson Brito says:

    Qualidade de vida, Màs, la, O povo, participa, de tudo, pois começam,muito cedo, a aprender c Omor se tornar, um cidadâo, FISCALIZADOR, DOS MA US FEITORES, O BRASIL, È O MELHOR, DO MUNDO, NÂO PODEMOS, POR, A CULPA, NO, PAIS, POIS, A TERRA, NAO, TEM CULPA, , TAMBEM, NÂO, PODEMOS POR A CULPA NA ATUAL, POPULAÇAO, POIS, NÂO, TIVEMOS, OPORTUNIDADE, DE NOS, PREPARAR-MOS, INTELECTUALMENTE, E ACESSO, A EDUCAÇAO, NESCESSARIA, NÂO, POR, CULPA, NOSSA, MÁS POR CULPA, DOS NOSSOS GOVERNANTES, MAS SE NÃO, PROCURAR-MOS, MUDAR, O SISTEMA, O, FUTURO, DE TODAS AS NOSSAS GERAÇOES, , ASSISTIRÃO, ESTES, VIDEOS, DE PAISES, QUE SE DIZEM, DE PRIMEIRO, MUNDO, E SE SENTIREM, EXCLUIDOS, POR ISTO TEMOS, QUE EXIGIR, MAIS NOSSOS DIREITOS, PROCURAR, VOTAR, NO MELHOR, POSSIVEL, ESTUDAR, MAIS, QUE POSSIVEL ESTE, JOGO, PARA NÒS, DE MAIS, IDADE, OU SEJA DE MAIS DE 50, OU 60, JA FICAR MAIS DIFICIL, MÁS, PODEMOS, ORIENTAR, COM, NOSSA, EXPERIENCIA, , SÓ, ASSIM, EM 15 OU 20 ANOS, PODEREMOS, ALMEJAR, ALGO, PARECIDO, COM, ESTE VIDEO.

    • Elina Rask says:

      Acho que você está brincando porque não é possível que você acredite nisso. Todos que conheço aqui (os brasileiros, claro) não votaram na Dilma. Não só não votaram nela, como ainda a abominam. Uma coisa que, na verdade, não tem nada a ver com o país aqui em questão. Suécia não tem e nunca teve nada de comunista. Olhe um mapa e adquira um pouco de conhecimentos gerais, principalmente de história, para não passar vergonha. Não sei da onde você tirou esta idéia estúpida, mas realmente mostra o alto grau de sua ignorância em relação ao resto do mundo ao seu redor.

    • Julio Campos says:

      No estado que a senhora mora não impera comunismo, socialismo e sim o neoliberalismo e eu lhe pergunto como está o seu estado você pelo que vi é educadora ou tem iniciação vê suas alcançada sua conquista através de sua luta?

    • Aderson Monte Palma says:

      Todos nós gostamos de fazer sexos, mas que seja com respeito e responsabilidade. Se alguém faz sexo por profissionalismo é qualidade de vida que ela está escolhendo, não o sistema. O Brasil com suas dificuldades é um fui melhores países pra se morar. Não está gostando vá pra Europa.

    • Elina Rask says:

      O imposto de renda na Suécia é super alto, em torno de 30%. A diferença é que o povo tem o retorno como estradas seguras, ruas limpas, todos os tipos de consultas médicas quando chegam a 1.100 coroas são depois de graça por um ano. Crianças até 18 anos têm médico e dentista de graça e recebem ajuda em dinheiro do governo, todo o material escolar, almoço e lanche de boa qualidade na escola para todos os alunos de graça. As faculdades e universidades são todas de graca. Remédios não custam mais que um certo valor, etc etc etc. A vida se torna MUITO mais fácil.

    • Eubio Junior says:

      Até pq antes, durante governos de direita, era bem diferente. E havia leis específicas para proteger as empregadas domésticas, carteira assinada e etc.
      Será que esse argumento imbecil vai durar pra sempre na ideia de quem é capaz de acreditar nela?

      Fica a deixa pra eu ser chamado de petista. Vai lá fera.

    • Elina Rask says:

      Vive melhor. É só saber como usar o dinheiro que se recebe. O sueco não precisa, por exemplo, receber rios de dinheiro para viajar todos os anos para o exterior. Economiza nas viagens, investe em outras coisas.

  31. Andrea Amaral says:

    Esta reportagem fala algumas verdades sobre comparar viver na Suecia e na Polonia… mas a realidade e’ muito mais dura do que parece no texto e nas fotos. Trabalhar na Europa e’ trabalhar duro mesmo. 1 minuto de producao e’ considerado. E pra conseguir comprar carro ( que e’ sem duvida muito mais barato..porem o combustivel e manutencao e’ carissimo), pagar aluguel( nem todos tem casa dada pelo governo) etc tem que ralar muito. O custo de vida e’ muito caro.. Parece um paraiso… mas nem tanto assim… alem de que a maioria dos estrangeiros em sub empregos estao sem visto de trabalho e tambem sao explorados. a verdade desta reportagem e’ sobre o sistema classista que nao existe e o respeito a qualquer profissional.

  32. Tiago EHellen says:

    No Brasil é quase impossível uma realidade dessa pq nenhum assalariado consegue comprar absolutamente nada, devido a flutuante inflação constante e os juros extremamente abusivos de todos os produtos e serviços , assim como , aqui não tem educação e saúde, o que gera mais despesas ao trabalhador que tem que optar por esses serviços particulares. No supermercado nós deixamos todos os outros sonhos de consumo diante da prioridade de nos alimentarmos, pagando absurdamente caro por cada grama de alimento. ..abs, Hellen obs: nem pra sair daqui nós temos condições :/ que bom que muitos conseguem se livrar do Brasil.

    • Elina Rask says:

      Eu moro na Suécia há 25 anos e posso te garantir que a Cláudia Wallin está descrevendo exatamente o que pode acontecer com um casal aqui, no caso, ele trabalhando de pedreiro e ela como faxineira. Claro que eles podem se esforçar um pouco mais e estudarem numa faculdade /universidade, pois todas são de graça aqui na Suécia. Difícil de acreditar para quem mora no Brasil, não é? É por isso que ela, como jornalista e brasileira morando na Suécia, resolveu divulgar a vida aqui. Para o brasileiro ver o que um governo sem mordomias pode fazer pelo seu povo. Se informe ou visite a Suécia para ver que é verdade.

    • Tiago EHellen says:

      Elina Rask , poderia me indicar onde posso obter informações sobre possível mudança de país? Agradeço desde já 🙂 tenho um enorme desejo mas estou me sentindo no escuro, sem informações. Abraços, Hellen

    • Gilberto Nogueira says:

      A Suecia é sim pais serio e sem a corrução que existe aqui e é em paises assim que o profissional qualificado tem seu verdadeiro valor. Sei que o Brasil está mil anos atrás dos paises de primeiro mundo mas acredito por ser ainda um pais jovem com pouco mais de 500 anos de descobrimento, as futuras geraçôes tenham tambem um tratamento igualitário a exemplo da europa ou paises evoluidos.

    • Elina Rask says:

      Tiago EHellen, eu e meu marido nos mudamos para cá porque temos além da cidadania brasileira também a sueca. Foi na época do Collor e achamos que o Brasil ia virar ditadura novamente e decidimos vir pra cá e aqui estamos até hoje. Amo a Suécia! Para obter o visto permanente aqui não é fácil, você tem praticamente que casar com um cidadão sueco e mesmo assim está sujeita a várias entrevistas com a polícia. Eu, se fosse você, procuraria se informar nas embaixadas dos países em que está interessada se eles estão aceitando imigrantes (geralmente estão a procura de profissionais específicos). Muitos brasileiros veem morar aqui com suas famílias por alguns poucos anos porque um deles trabalha, por exemplo, na Scania, Alfa Laval, ABB, etc empresas suecas no Brasil. Mas depois desse tempo voltam. Conheço vários que tentaram ficar, mas não puderam. Talvez você nem precise ir nas embaixadas / consulados. É só entrar nas páginas deles pela Internet. Eu realmente não sei muito mais do que isso aí no Brasil. Aqui, como cidadão europeu, podemos viajar ou mudar para outro país europeu sem precisar de visto. Se você tiver como obter uma cidadania européia ou norte americana, canadense tudo se torna mais fácil. Boa sorte!

  33. Karlyanne Fernandes says:

    A qualidade de vida na Europa é sem dúvida bem superior a do Brasil pois mesmo as pessoas que ganham pouco têm educação, saúde, lazer … garantido pelo Estado através dos impostos devidos. Entretanto, trabalham de verdade. O profissional técnico é muito valorizado e respeitado e a diferença de classe social não serve de paradigma para respeitar e conviver com as pessoas. Diferente di Brasil e dos brasileiros. Sejamos realistas… Os governos brasileiros deixam muito a desejar mas o povo brasileiro também. A primeira mudança precisa vir de dentro de cada um de nós. Exigir do outro aquilo que não temos é quase utopia.

    • Elina Rask says:

      Concordo! O pessoal fala que o escandinavo é frio, que o brasileiro é carinhoso e tal, mas não é verdade. O brasileiro é mais simpático e aberto na maneira de conversar, mas em matéria de respeito pelo ser humano e suas diferenças, de como se trata os animais etc os escandinavos ganham de LONGE dos brasileiros. E lógico que digo de maneira geral. Tem muita gente boa e realmente fantástica no Brasil, em todos os sentidos.

  34. Maria Constantina Gisler says:

    Valorizo muito o trsbalho doméstico, mas não fui educada para ele, logo não sei fazer estes trabalhos e sempre trabalhei e tenho uma faxineira toda a semana que faz isso muito melhor!!!!Só cozinho e lavo na máquina o resto ela faz com perfeição.

  35. Marcio Quércia says:

    Tem gente que só sabe falar mal do Brasil como se nossas dificuldades tivessem surgido agora. É claro que o contexto europeu é diferenciado. Dominaram e exploraram o mundo por séculos acumulando capital. Estamos melhorando e isso depende de nós e não de comparações desconexas.

    • Renato Macedo says:

      A questão neste caso não é “falar mal do Brasil”, mas não se limitar a fazer uma oposição por simples oposição, não se limitar a fazer uma oposição vazia, sem conteúdo, não se limitar a fazer uma oposição sem ideal. Realmente “depende de nós”. E o que a jornalista faz neste caso é, além de questionar a nossa cultura política, mostrar que existe alternativa diferente e real.

    • Carlos Carvalho Pinto says:

      kkk, petista detectado. O país em questão é a Suíça, que nunca foi imperialista. Entretanto, nos países imperialistas o povo costuma ser bem tratado por seus governantes… Já os de passado colonial, que você aponta como vítimas do Imperialismo, estão sempre entre os que apresentam piores índices de IDH e padrão de vida. Não creio que nosso povo tenha sido mais vitimado por potencias estrangeira que pelas mãos dos próprios compatriotas.

    • Marcio Quércia says:

      Não sou petista mas se fosse apenas estaria exercendo minha liberdade de escolha. Todos os povos europeus mesmo antes da criação dos Estados foram guerreiros, dominadores, e beneficiários da concentração de capital após a revolução industrial. Não tenho preconceito em relação a diversidade politica ou ideologica. Acredito wue somos um só povo e um só país. Portanto não me deixo manipular pela grande mídia que tenta dividir a Nação. Isto é democracia na prática.

  36. Magno Teotonio says:

    Na Suécia houve roubo de mais de 6 bilhões de reais de alguma empresa estatal? Há, lá, 39 Ministérios? A Suécia construiu portos, aeroportos, metrôs e rodovias em outros países, com contratos secretos, juros bem abaixo dos de mercado? A Suécia tem um exército de parlamentares, que só trabalham três dias por semana (nesta semana, nenhum dia de trabalho, na Câmara dos Deputados e no Senado brasileiros, face ao feriado, nesta quinta, de Corpus Christi)? O Primeiro Ministro da Suécia gasta mais do que arrecada, como fez Dilma, em 2014, ano das eleições presidenciais (não vindo a ser punida porque mudou, providencialmente, a Lei de Responsabilidade Fiscal)? A Suécia tem os maiores impostos da Terra, como o Brasil? A Suécia tem previsão de inflação de 13% para este ano, como o Brasil tem? Na Suécia um professor de ensino fundamental ganha o que ganha um similar brasileiro? Na Suécia há mensalão? Há mais de 50.000 homicídios por ano?

    • Ssoares Rodrigues says:

      Com certeza, o Brasil é meu país é jamais vou abandona – lo.
      Quem tem que desaparecer daqui são esses larápios que roubam nossas riquezas desde o seu dito “descobromento” .
      E naquela época não existia o pt, então só pra vocês, os ignorantes, que não sabem ler e nao conhecem a história, a roubalheira sempre existiu no Brasil.
      O PT está pagando o preço pela tentativa de moralizar e acabar com a corrupção, pois foi o único partido que teve a coragem de investigar e punir com rigor toda essa corja de ladrões do nosso povo.

  37. Élia Marília Fouraux says:

    Esse Brasil esta uma MERDA mesmo ! E a culpa nao é do povo nao. A culpa sao desses governantes corruptos e ladrões demais ! Se eu tivesse condicões sairia dessa desgraça o quanto antes, porque a tendência é só piorar !

  38. Arnoldo Morel says:

    No dia da manifestação, a pessoa que o abastece não tinha a substância para anima lo.
    Quanto a Suécia é um país rico com alta renda per capita e, inverno gelado durante 8 meses por ano.

  39. Ssoares Rodrigues says:

    Um filho teu não foge à luta, e como filho desta pátria que tem de se arrancar daqui são estas desgraças desses ladrões corruptos e corruptores que sonegam e roubam o povo humilde e trabalhador, estes sim tem de ser exterminados.
    Talvez não veja meu país livre destas corja, mas acredito e tenho certeza que o pt está fazendo um bom trabalho e iniciou uma era histórica e qye há alguns anos será aplaudidas pelos nossos herdeiros. Quero um país de honestos e íntegros para minha filha viver e quero que ela saiba que seu pai acreditou e lutou por isso.
    VIVA O BRASIL É VIVA O PT E QUE TODOS OS LADRÕES E SAFADOS QUE TENTAM ENGANAR O POVO SEJAM IDENTIFICADOS E ENVIADOS À JUSTIÇA.
    Este é o legado que posso deixar para minha filha, a certeza que seu pai não pactuou com injustiça e roubalheira que sempre imperou em nosso país.

  40. Robson says:

    A pessoa que deseja ter seu proprio negocio á partir de casa deve ter muita disciplina, capacidade de superar desafios e acima de tudo o de crescer profissionalmente.

  41. Sabrina Correa says:

    Pagar 30% de imposto pra sustentar vagabundo e ter que utilizar sistema privado para saúde, educação, segurança, transporte, previdência e tipo TUDO é um excesso e uma vergonha. Pagar 60% (para quem ganha muito) e ter todos esses serviços de excelente qualidade me parece bem melhor…

    • Elina Rask says:

      O texto se refere à Suécia, não à Suíça. São dois países bem diferentes, nem o idioma é semelhante. Existe SUÉCIA e existe SUÍÇA. Procure olhar um mapa do mundo e adquirir um pouco de conhecimentos gerais para entender sobre o que o texto está falando. Tenha um bom dia.

    • Elina Rask says:

      Nunca nos meus 25 anos aqui na Suécia ouvi falar de políticos corruptos fugindo aqui para a Suécia. A Suécia tem repúdio à corrupção. Refugiados de guerra sim, mas não políticos brasileiros corruptos. Por isso tive a certeza que estava se referindo à Suíça.

  42. Ademar Pedro Slomp says:

    Não dá para achar isso uma grande vantagem essas coisas só dão tranqueira na vida das pessoas e criam mais necessidades inúteis o que acaba tornado o ser humano escravo.
    O bom mesmo é uma bolsinha família e ficar de papo pro ar curtindo o mar, seu bando de invejosos

    • Elina Rask says:

      Moro há 25 anos aqui na Suécia e nunca fiquei sabendo de algum brasileiro ou brasileira que voltou para morar no Brasil. Os que voltaram foram os que não tinham a cidadania sueca e não puderam ficar ou foram trabalhar no Brasil temporariamente através de alguma empresa.

  43. Fernanda Cara Soares says:

    O problema do Brasil não chega nem a ser seus dirigentes mas o próprio povo que jamais aceitaria, como não aceita, o filho da empregada frequentar a mesma escola/ faculdade, pobre andar de avião, frequentar restaurantes, etc…
    O Brasil tanto melhorou nestes últimos anos, que deu ao pobre esta oportunidade, mas a classe A e B não consegue ruminar isso e preferem culpar o governo!
    Nunca aqui existirá igualdade social enquanto não houver mudanças comportamentais.

  44. Catarina Cesconeto says:

    Na Europa, não faz distinção de qualquer tipo de trabalho todos são iguais.Na França conheci uma secretária executiva, que era casa com um encanador. Eles não fazem distinção, entre uma simples profissional de um executivo. Todos tem o mesmo valor social… aqui no Brasil, é que uma faxineira é inferior as demais pessoas. Na Suécia, todos tem o mesmo nível de vida iguais. Os impostos são alto, mais eles tem boa escola e boa saúde, que é de responsabilidades do governo. todos tem boas residencias que são verdadeiros palácios, bons carros. Lá os governantes não se apropria dos impostos pagos. Enquanto aqui no Brasil, a presidente tira milhões da educação e saúde. se os nossos impostos fosse bem empregado a dar boas escolas e boa saúde, o nosso Brasil seria um país maravilhoso. igual a Suécia.

      • Tim says:

        Suécia não tem estado enxuto nenhum… você nao leu o relato???? altíssima carga tributária, presença forte do estado nos serviços públicos… isso nada tem a ver com estado enxuto

  45. Marcia Dan says:

    Nos Japão é quase isso. Minha coleguinha operária conhecia a Europa todinha, sempre viajando nos feriados. Aliás os carros lá fora são mais baratos. No Brasil ainda perdura a demarcação das capitanias hereditárias…

  46. Mauro Sergio says:

    Aqui no Brasil, muitos com pouco e poucos com muito. O culpado somos nós que elegemos uma corja de mafiosos, sanguinários e assassinos.