Como são os apartamentos funcionais dos políticos na Suécia

Por Claudia Wallin
[show_fb_likes] Como todos sabiam, o fim do mundo estava próximo. Corriam rumores terríveis sobre a nefasta profecia do ano 2000, e o grande cataclisma que a tudo e a todos varreria com fúria bestial. Mas, certos de que não era a primeira vez que o mundo estava para acabar, os pragmáticos suecos levavam adiante seu plano para a primavera daquele ano: instalar nos recém-criados apartamentos funcionais os parlamentares que ainda viviam e dormiam em sofás-cama, nos próprios gabinetes. A mudança começara em 1989.
No dia mais temido, os lobos não engoliram o sol e a lua, o céu não derreteu, e quase todos os deputados com base fora da capital passaram a ter um apartamento funcional. Que é, no sentido prático do termo, o que o nome diz: funcional.
Se um sueco de virtudes negociáveis é assaltado pelo desejo súbito de trabalhar pelo povo, o apartamento funcional não será um dos estímulos a seduzi-lo, como serpente encantada, para a carreira política.
Parlamentares suecos vivem em apartamentos funcionais que têm em média 45,6 metros quadrados. Os menores têm 16,6 metros quadrados. Do total de 197 imóveis administrados pelo Parlamento sueco, apenas oito dispõem de espaço entre 70 e 90 metros quadrados, e somente 85 têm área superior a 45,6 metros quadrados.
Deputados suecos também vivem em quitinetes funcionais. Sim, há quitinetes funcionais na Suécia. Chamadas de ”quartos de pernoite” (”övernattningsrum”), elas têm em média 18 metros quadrados e são ocupadas geralmente – mas não exclusivamente – por deputados em início de carreira. São, no total, 57 quitinetes funcionais.
Comum a todos os imóveis destinados a parlamentares na Suécia, sejam eles apartamentos ou as inventivas quitinetes, é a ausência do que o senso comum chama de comodidades básicas: dentro dos imóveis não há máquina de lavar roupa, nem lavadora de pratos, nem TV a cabo paga com dinheiro público, nem cama de casal.
Nenhum ocupante de apartamento funcional na Suécia ganha do erário uma máquina de lavar para chamar de sua. As lavanderias são comunitárias, e os deputados precisam marcar hora na agenda para lavar a roupa suja. Na grande parte dos apartamentos, não há sequer quarto: um único cômodo funciona como sala e quarto de dormir.
Numa manhã do curto e inconfiável verão sueco, vou conhecer o apartamento funcional do então deputado social-democrata Luciano Astudillo, nascido no Chile e na época com seis anos de vida parlamentar como representante de Malmö (Sul da Suécia).
Desço pelo Katarinahissen, uma espécie de Elevador Lacerda sueco que liga o asfalto e o morro na ilha de Södermalm, centro de Estocolmo. O lugar provoca emoções ambíguas. Do alto da passarela que conduz ao elevador, abre-se uma das vistas mais fascinantes de Estocolmo, no ponto onde as águas do lago Mälaren se encontram com o Mar Báltco. Mas a alta cerca de aço que atrapalha a visão é resultado, assim me dizem, da atração que a passarela também exercia sobre suicidas em potencial. Menos sobressaltos se têm no Gondolen, o peculiar restaurante em forma de gôndola que fica pendurado sob a passarela, com visão de 360 graus para a cena imperdível.
Após poucos minutos de espera, o deputado Luciano Astudillo surge das roletas de saída da estação de metrô de Slussen, ao lado do Katarinahissen. Caminhamos juntos através da Götgatan, artéria que concentra bares e cafés moderninhos de Södermalm, até chegarmos à rua do apartamento funcional de Luciano.
Sigo o rito sueco de tirar os sapatos antes de entrar em qualquer casa, e olho à minha volta. Uma pequena sala, um pequeno banheiro, uma pequena cozinha com forno microondas e sem lavadora de pratos. São 33 metros quadrados. ”Onde é o quarto de dormir?”, pergunto.
”O quarto é aqui na sala mesmo. Na hora de dormir, abro o sofá-cama”, diz Luciano, que chegou à Suécia em 1975, aos três anos de idade e dois anos depois do golpe militar que derrubou o presidente Salvador Allende no Chile. Enquanto mostra o apartamento, Luciano conta que a filha pequena, nas visitas ocasionais a Estocolmo, divide com ele o sofá-cama.
”Estive várias vezes no Chile, e sei que a situação ali em relação aos parlamentares é totalmente diferente”, ele diz.
Descemos ao subsolo do prédio, onde fica a lavanderia coletiva. São apenas duas máquinas de lavar. Pregado na parede junto à porta, está o fichário onde os deputados reservam dia e horário para usar as máquinas. Tábuas de passar roupa estão dobradas em um dos cantos da lavanderia.
”Eu tenho a minha própria tábua”, fala Luciano. ”Prefiro passar minhas roupas dentro do apartamento.”
Também é o próprio Luciano que cozinha e cuida da limpeza da casa, nesta sua época de vida parlamentar. Faxina gratuita nos apartamentos funcionais, segundo o Parlamento sueco, só uma vez por ano, durante o recesso parlamentar de verão. Luciano sabe.
Começa em seguida o período do recesso e das faxinas, quando visito, na companhia da chefe do setor de imóveis parlamentares, as quitinetes funcionais. Na entrada do Parlamento sueco, Marie Stolpe me recebe com a expressão de quem não entende o por quê de tamanho interesse por coisa tão banal.
Ao meu lado, com sua altura vertiginosa e seu temível sotaque da região de Skåne (Sul da Suécia), o cinegrafista Casimir Reuterskiöld me acompanha, a fim de filmar o material que será enviado à equipe do Jornal da Band em São Paulo.
Tomamos a direção do Palácio Real e seguimos os três a pé pela Stallbron, a ponte que liga a ilha do Parlamento a Gamla Stan, a Cidade Antiga de Estocolmo. Na pequena praça de Mynttorget, entramos no anexo parlamentar que leva o nome de Ledamotshuset (”Casa dos Deputados”), e que também abriga gabinetes parlamentares. Passamos pelos procedimentos de segurança e tomamos o elevador para o sexto andar do prédio. Ali estão 13 das 52 quitinetes de deputados do prédio. As outras cinco ficam no complexo parlamentar conhecido como Cephalus, na Riddarhustorget, próximo dali.
Ao lado de cada porta no labirinto de corredores, uma placa identifica o deputado morador – Eva Olofsson, Tone Tingsgård, Christina Oskarsson, Allan Widman são alguns dos inquilinos do momento. À medida que caminhamos, as siglas partidárias se alternam nas placas. Nestes democráticos corredores, deputados progressistas e conservadores, ou ferrenhos inimigos de plenário, se transformam em vizinhos de porta.
Marie vira a chave em uma das portas, com a necessária autorização do deputado ausente em recesso. É um exíguo aposento de 18 metros quadrados.
”É espaço suficiente para um parlamentar viver na capital durante a semana”, diz Marie, enquanto abre o sofá que se transforma em cama durante a noite.
Talvez com pouco exagero, o tamanho da quitinete me faz lembrar as celas que visitei na moderníssima penitenciária de Sala, nos arredores de Estocolmo, onde os detentos – como na maioria das prisões suecas – também têm banheiro privativo.
”Podemos colocar camas extras com rodinhas em caso de necessidade, como a visita de um parente”, concede Marie.
Além do sofá-cama, uma mesa, um pequeno armário, uma minicopa com um fogão de uma boca, um frigobar e um banheiro são suficientes para preencher o espaço da quitinete parlamentar.
Aqui, até a cozinha é comunitária. Marie nos conduz à sala ampla da cozinha coletiva, que, além das modernas estações de reciclagem de lixo, exibe uma inesperada lavadora de pratos, item inexistente nos apartamentos funcionais.
”Mas os deputados devem lavar as panelas e manter a limpeza”, diz Marie.
O aviso pregado em um dos armários da cozinha é um chamado ao asseio parlamentar: ”Städa Upp!” (”Deixe tudo limpo!”)
Perto dali, vejo uma cozinha adaptada para parlamentares portadores de deficiência, que também dispõem de quartos e banheiros especialmente equipados.
Deixamos o prédio da Ledamotshuset e seguimos com Marie Stolpner em direção a Munkbron, endereço de um dos sete edifícios de apartamentos funcionais do Parlamento. Às margens do lago Mälaren, a Munkbron é uma rua ainda nos limites da Cidade Antiga, na ilha de Stadsholmen. Dali se avista a ilha de Riddarholmen e as torres da Riddarholmskyrkan, a igreja onde estão sepultados antigos monarcas da Suécia. À esquerda, vê-se mais uma ilha, a de Södermalm.
A fachada do edifício em tom de amarelo na Munkbron é simples como a do prédio de Luciano Astudillo, em Södermalm. Como em praticamente todos os edifícios de Estocolmo, não há porteiros ou zeladores, e nem mesmo interfone na entrada. Apenas o costumeiro painel eletrônico, onde se digita o código que abre a porta principal.
No andar térreo, o apartamento funcional tem pouco mais de 16 metros quadrados. Na minúscula copa, há um fogão de uma boca, um forno microondas e um frigobar. Uma cama de solteiro, uma mesa e um pequeno armário completam o ambiente, que segundo Marie é ocupado por uma veterana deputada de vários mandatos.
No segundo andar, o iluminado apartamento de 40 metros quadrados é um salto de duas estrelas à frente, em comparação ao vizinho do térreo. Mas à exceção da cozinha, onde mais de uma pessoa pode mexer uma panela no fogão, e dos metros a mais na dimensão da sala, que também é o único cômodo do apartamento, o padrão basicamente funcional dos imóveis parlamentares da Suécia também se repete aqui.
A visita é encerrada no subsolo do edifício, onde vemos nova lavanderia comunitária e o indefectível fichário na parede para a reserva de horário, à espera dos deputados.
Há, sem metáforas, deputados que lavam roupa suja no Parlamento: também ali há uma lavanderia comunitária. É o caso da deputada Rossana Dinamarca, do Partido da Esquerda (Vänsterpartiet, ex-comunista):
”Como costumo voltar muito tarde para o meu apartamento funcional, lavo minhas roupas durante o dia, na lavanderia do Parlamento. É simples, basta colocar na máquina e voltar uma hora depois para recolher as roupas”, diz Rossana.
E na creche do Parlamento, os deputados podem deixar os filhos com idades entre um ano e treze anos.
”Mas os deputados precisam pagar pelo almoço das crianças, que custa 20 coroas (cerca de três dólares)”, diz Monika Karlsson, funcionária da creche. Em dias de sessão noturna, a creche fica aberta até à meia-noite – ou mais.
Os apartamentos e quitinetes funcionais estão à disposição somente de deputados como Rossana Dinamarca, que têm base eleitoral a pelo menos 50 quilômetros de distância da capital. Deputados de Estocolmo não têm direito a imóvel funcional, nem auxílio-moradia. E o Presidente do Parlamento sueco não tem direito a residência oficial.
”O Presidente do Riksdag não tem nenhum privilégio especial em relação a moradia. Seus direitos são os mesmos dos demais parlamentares”, diz Maria Skuldt, da assessoria de imprensa do Parlamento.
Fica a critério de cada partido decidir como acomodar seus parlamentares – quem vai para os apartamentos, quem fica com as quitinetes. O Parlamento cobre os custos de manutenção dos imóveis. Mas não todas as contas.
”Os parlamentares têm verba mensal de 100 coroas suecas (cerca de 15 dólares) para gastos com eletricidade, e nada mais. Eles podem solicitar serviços de limpeza no apartamento se quiserem, mas para isto têm que pagar cerca de 300 coroas suecas (aproximadamente 46 dólares) por faxina”, diz a chefe do setor de Serviços Parlamentares (Ledamotsservice), Anna Aspegren.
Mais: o erário público paga apartamentos funcionais exclusivamente para parlamentares. A cônjuges de deputados, familiares, namorados e afins, é negado o benefício de morar ou até mesmo pernoitar em propriedade do Estado sem pagar. Quando o familiar de um parlamentar passa uma temporada no imóvel funcional, o deputado tem prazo de um mês para ressarcir o erário pelos dias de pernoite.
E nesta sociedade onde mais de 75 por cento das mulheres estão na força de trabalho, se a esposa de um deputado do interior decide viver no apartamento funcional da capital com o marido, cabe a ela arcar com a metade do valor do aluguel.
”É claro que não pagamos para ninguém morar de graça, a não ser os parlamentares com base eleitoral fora da capital”, diz Anna Aspegren.
Os parlamentares têm duas opções de moradia na capital sueca: a primeira é viver em um dos apartamentos ou quitinetes funcionais. A segunda é alugar um apartamento por conta própria, e cobrar do Parlamento o ressarcimento correspondente ao valor do aluguel. Neste caso, o valor máximo que o Parlamento reembolsa aos deputados é de 8 mil coroas suecas mensais (o equivalente a cerca de 1,2 mil dólares), quantia relativamente baixa para a escassa oferta imobiliária do centro da capital.
”Mas os parlamentares que vivem com o cônjuge em um apartamento alugado só podem pedir reembolso da metade do valor do aluguel, e têm que pagar do próprio bolso pela manutenção do imóvel”, explica Anna Aspegren.
É o que faz a líder do Partido de Centro (Centerpartiet), Annie Lööf, que divide o apartamento funcional com o marido.
”O marido de Annie tem que pagar sua parte do aluguel, como qualquer outro cidadão”, diz Aspegren.
Trecho do livro “Um País Sem Excelências e Mordomias”

600 thoughts on “Como são os apartamentos funcionais dos políticos na Suécia

  1. Heraldo Botelho says:

    Em Brasília há 430 apartamentos funcionais, destinados aos deputados. Os apartamentos têm 200 m2 e vaga na garagem. São frequentemente reformados e alguns receberam até banheiras de hidromassagem. Só para comparar…

  2. Marco Antonio Farias says:

    Aqui, ap. Grandes, reformados a toda hora. E ainda tem os ique não gostam e vão morar em hoteis 5 estrelas,as custas desse povo sofrido e depenado pelo governo, com os impostos mais caros do mundo. E o que temos em troca????? Só roubos. Aff.

  3. João Soares says:

    Até cartão corporativo eles parlamentares criaram e usam para OSTENTAÇÃO afrontando o seu patrão que somos nós contribuintes brasileiros. O exemplo deveria ser acatado por políticos do BRASIL. Tem muita coisa errada nesse país.

  4. Irineu Dalmolin says:

    Aqui no brasil os políticos nem querem os apartamentos funcionais porque acham indignos para eles, isso que são enormes, mobiliados e tudo de graça. Preferem as passagens ida e volta toda semana e morar em hoteis pago pelo dinheiro publico.

  5. Maria Eunice Salvador says:

    E quando o povo é c nclamado às ruas pra mudar a situação caótica em que vivemos… cadê o povo que reclama nas redes sociais? … somando pessoas di Brasil todo não chega a um milhão reclamando. Cada povo tem o governo que merece.

  6. José Francisco says:

    Maria Eunice Salvador, é porque o povo vai pra rua semear ódio em vez de contribuir pra construção de um país livre e democrático. essas manifestações de ruas são as minorias, massas de manobra das elites, apoiadas pela Imprensa Golpista e desprezível, infelizmente a pior imprensa do mundo, totalmente parcial e favorável ao golpismo .

    • Cris Chenso says:

      Eu não sou elite nem massa de manobra. ..
      Eu quero um país isento de corrupção e mordomias para políticos de carreira, que só fazem ficar cada dia mais ricos, mais poderosos e mais cevados com nosso dinheiro.
      Eu quero retorno em saúde, educação, segurança, infraestrutura, estimulo à produção.
      Eu quero um país sem os cabides de empregos públicos, de pelegos nomeados por políticos sujos e mal intencionados.
      Não quero uma reforma política feita por estes políticos indecentes que estão no poder hoje.
      E, principalmente, eu quero meu país livre dessa corja bolivariana cada vez mais rica como esse indecente deste lula.

    • Heloisa Alves says:

      deve achar melhor a meia dúzia de gatos pingados que fazem desfile organizado por sindicatos e petistas, com tudo pago com dinheiro público… esses desfile (porque manifestação não são), é que são do amor?
      imprensa golpista? qual?a que é paga com dinheiro do povo que devia ir para educação e saúde públicas? tipo diário do c do mundo, carta capital, sakamoto….

  7. Yamil E Sousa Dutra says:

    Um aspecto a levar em conta são as distâncias entre a maioria dos distritos eleitorais e a capital do reino, muitíssimo menores do que no Brasil. Esse fato exige, aqui, que o deputado tenha uma residência, onde possa não só alojar-se, mas também a família que traz de longe. Dito isso, acho razoável que o deputado brasileiro tenha um apartamento funcional. Entretanto, o mesmo não deveria vir mobiliado e o deputado deveria ser responsável pelo pagamento dos custos condominiais, energia elétrica e impostos. Lembro que era assim em 1964.

  8. Osmar de Oliveira says:

    A Suécia para chegar nesse patamar de organização social e política, fez no passado uma reforma política ( constituinte) realizado pelo povo, e não por políticos, pois, as necessidade do povo não são as mesma dos políticos, pois, político visa o poder, e o povo visa e o bem estar social de sua família, coisas bem distintas. Se o povo brasileiro quiser trilhar novos caminhos em busca da tão sonhada estabilidade política , financeira e social deverá fazer o mesmo , ou seja, uma constituinte realizada pelo povo !

  9. Antonio Dutra says:

    Ora, querer comparar a Suécia com o Brasil é pura covardia, a Suécia é um paizinho à toa, pobre por natureza, onde a corrupção se alastra como erva daninha, enquanto que o Brasil é um gigante, líder das Americas, governado por um partido incontestavelmente honesto, preocupado com o bem estar do povo, como disse, é covardia essa comparação.

  10. Luiz Octavio F Gonçalves says:

    Isso e simples já tem uma proposta de reforma politica basta coragem mas pelo visto essa corja que esta lá hoje não vão vota lá basta na próxima eleição a população votar em quem antes assine um compromisso com a população de votar e fazer essa reforma que acabaria com essa vontade louca de tornarem hereditária as cadeiras do congresso e dar lugar a quem realmente quer trabalhar w não roubar

  11. Renato Barbosa says:

    Nem com reza os políticos brasileiros atuais submeter-se-ão a tal estilo de vida e de respeito aos contribuintes. Teremos que trocá-los todos, “limpar a área”, para termos políticos decentes daqui a uns 50 anos.

  12. Flavio Bueno says:

    Quem postou este apartamento, remete ao meu , que além de casa é escritório e muito parecido com isto, Agora submeter nossa classe política e servidores públicos em geram, para se adequar a realidade funcional no mundo atual, vai ser um rompimento total com o desperdício de verbas públicas, consumidas sem função real no estado, vai ser uma histeria geral, a gritaria vai ser de todos os poderes mal acostumados no Brasil, que o povo ainda trabalha, mais não tem escolas e nem hospitais, além do agravamento do esgoto, a população tem sido uma vítima em ser escravizado na comunicação e discurso obscuro, que sega toda o continente de uma nação.

  13. Wilmar Ladeira says:

    A população precisa de pessoas descentes q a represente. E os representantes dessa população precisam agir de modo honesto e dgno p trabalhar pelo bem comum e merecer a confiança e o respeito de todos. E esses representantes não deveriam ter benefícios q, na contra da nossa realidade, os beneficiam enqt q a população carece de serviços básicos como saúde, educação e moradia.

  14. David Soares says:

    O povo não tem idéia da força que tem, assim como os animais de grande porte que se deixam domesticar. Se a classe trabalhadora se unisse através das centrais sindicais, era só decretar um dia de greve geral no país, uma vez por mês de início, e até ver resultados concretos, para protestar contra o alto custo do legislativo brasileiro, dos três níveis de poder: federal, estadual e municipal.

  15. Sergio Hora says:

    Se o cidadão brasileiro soubesse que é ele, cidadão, indivíduo o verdadeiro titular do poder, o país poderia começar a se tornar uma república. Não é a “classe trabalhadora”, mas o indivíduo. É da consciência didadã dele que virão as ações e os resultados. Centrais sindicais são aberrações dos próprios sindicatos, que no Brasil são entidades parasitárias do Estado e exploradoras das classes trabalhadoras.

  16. Meire Figueiredo says:

    Acho que aqui no Brasil isso nunca vai funcionar pq quem entra para a política quer se beneficiar com as mordomias que são oferecidas pelo cargo…. Ate nos órgãos públicos vemos essa mentalidade… Lamentável!!!

  17. Luis Fernando Soares de Lima says:

    ..“A auto-imagem de cada uma das partes – a ideia que cada brasileiro gosta de nutrir de si mesmo – não bate com a realidade do todo melancólico e exasperador chamado Brasil. Aos seus próprios olhos, cada indivíduo é bom, progressista, e até gostaria de poder ‘dar um jeito’ no país. Mas enquanto clamamos pela justiça e eficiências, enquanto sonhamos, cada um em sua ilha, com um lugar no Primeiro Mundo, vamos tropeçando coletivamente, como sonâmbulos embriagados, rumo ao Haiti. Do jeito que a coisa vai, em breve a sociedade brasileira estará reduzida a apenas duas classes fundamentais: a dos que não comem e a dos que não dormem. O todo é menor que a soma das partes. O brasileiro é sempre o outro, não eu”. Nisso reside uma amostra da psicologia moral brasileira. Que é volúvel. Há momentos de ufanismo com o país (“abençoado por Deus e bonito por natureza”). Narcisismo inveterado. Fora dele, quanto mais a situação do país piora, mais cultivamos nossa auto-imagem (de impoluto, honesto a toda prova, probo, altaneiro). E quanto mais incrementamos nossa auto-imagem individual, mais o coletivo se afunda na bandalheira, na roubalheira. Mais reelegemos os políticos reconhecidamente corruptos. Esse é o “paradoxo do brasileiro”.

  18. Rossana Lopes says:

    Imagino que oferecer 4.300 de auxilio moradia para um parlamentar seria ate um suborno…ou desacato!!!!
    So no Brasil que se mostra pouco trabalho e se ganha absurdo sendo que deveriam travalhar e fazer por merecer o voto do povo!!!

  19. Beti Calçavara says:

    ENTÃO … AQUI O SALÁRIO DESTES SALAFRÁRIOS TERIA QUE SER : R$ DE 5.000,00 ATÉ R$ 10.000,00 . MUITO BEM .. AS DESPESAS ***TODAS POR CONTA DO EDIL **** . TRABALHAR PARA O BEM DO POVO , EXIGE SACRIFÍCIO . SE AS CONDIÇÕES NÃO SÃO FAVORÁVEIS , VOCÊ TEM O LIVRE ARBÍTRIO DE PROCURAR UM **TRABALHO **.. VOU TE RECOMENDAR … CONHECES O CABO SECO ?? NÃO ?? POIS BEM … É ** CAPINÁ A ROÇA COMPADRE ** … CHEGA DE VAGABUNDO GASTANDO O **NOSSO DINHEIRO ** … DÁ-LHE .. DILMA FICA …

  20. Francisca Carvalho says:

    Concordo com os comentários, e diria que, ainda acredito na capacidade de mudança do ser humano, aposto numa educação de qualidade, mas essencialmente depende de nós também, fazermos a nossa parte dentro daquilo que nos compete, acreditar que podemos fazer diferente, que a mudança embora lenta possa acontecer. Aqui e ali a semente que plantamos, germinará bons frutos, num País como o nosso, em que educação nunca foi prioridade de forma eficaz, constitui-se em um processo longo e gradual, o que não podemos é perder a coragem a vontade de lutar por um País que todos nós merecemos.

  21. Regina Biza says:

    Creio que aqui, na maioria dos políticos, falta ÉTICA, esse jeito decente de viver e de lidar com o outro que a grande parte da população tem. Está intrínseco em todo cidadão de bem.

  22. Leda Sequeira says:

    Aqui, em Brasilia, a cada legislação fazem- se obras, mudam a decoração, são aps. grandes e muitos quando não se reelegem, lá continuam, tudo às custas do povo. São parasitas demais que sustentamos, para que tantos que só dão despesas? tem que cortar esta pouca vergonha. Uns inúteis.

  23. Mônica Liz Miranda says:

    Estou me sentindo um político sueco. Fiz a mesma coisa quando fui trabalhar na UFVM, em Diamantina. Moro em uma kitnet também. Super prático e econômico. Não alterou em nada a minha capacidade docente. E sim, minha família ficou em BH.

  24. Janeslei Albuquerque says:

    O povo sueco todo você bem com alto nível de informação e escolarização. Um país praticamente sem desigualdades, pequeno, de fácil deslocamento onde todos podem ser candidatos sem as abissais desigualdades com as quais convivemos e que a ignorância que tomou as ruas pede pra preservar quando defende que o 1% mais ricos tem ‘direito” de sonegar impostos! Na Suécia se chega a pagar 60% de tributos. E não tem idiota indo pra rua defender o crime de sonegação.

  25. Carla Gentil says:

    na Suécia eles também são contra a redução da maioridade penal. E estão fechando cadeias pq lutam pela redução da desigualdade social. Na Suécia implantaram o Bolsa Família e ninguém acha que é lesado, mas que é justo. Na Suécia, qdo um ex-detento é solto, a sociedade o inclui. Decididamente eu quero um padrão Suécia de pensamento

  26. Elila Guimaraes says:

    Nem adianta ficar comparando um Congresso medieval como o nosso, com os políticos contemporâneos de países mais desenvolvidos. O Brasil já estaria com um passo no primeiro mundo, se metade do atual Congresso soubesse separar o que é público e o que é particular. Se tivessem deixado de ter mentalidade escravocrata.

  27. Luiz Francisco Souza says:

    Infelizmente e independentemente da cor partidária os nossos políticos não são dotados desse desprendimento material e ainda são chamados de “excelências”.
    Creio que seja a única condição onde o empregado ganhe e viva melhor do que o patrão… Sim e ainda decide quanto será o seu aumento salarial.
    Só pode ser por essa razão que utilizam quaisquer meios para se manterem nessa categoria de “assalariado”… Além do enebriante poder…. Ah! O poder…

  28. Sergio Arruda says:

    Aqui, como se fôssemos riquíssimos, os legisladores e juízes querem ter mordomias principescas. Tudo a si como se tivessem merecimento. São energumenos pretensiosos. Odiosa classe da sociedade. que faz pensar em revolução (não golpe americano) mas como a francesa ou a russa.

  29. Graça Siqueira says:

    Não nos escondamos de nossas responsabilidades,quem põem os políticos com suas respectivas mordomias e irresponsabilidade somos nós.
    Somos omissos e hipócrita pois nada fizemos para mudar esse quadro.A democracia só
    existe com participação ,é uma
    moeda de dois lados :representação x participação .

    • Laíra Ieda da Rocha says:

      É dificil sabe Wanderlei Souza, porque o Brasil é um pais novo, grande demais, é um pais de dimensões continentais. Uma população muito grande e crescente, talvez pudesse ser comparado aos E. Unidos, muito embora a colonização, as diferenças raciais, os tornem completamente diferentes. E olha que não estou elogiando politicos brasileiros, apesar de preferir o Brasil a Suécia , com todas as suas qualidades.

    • Laíra Ieda da Rocha says:

      Concordo com você Diana Costa, estive duas vezes la, é um povo afável, fala duas linguas, trata bem os turistas. Pais que zela.pela natureza. Temos muita coisa a aprender com eles, sim. So não entendo porque o índice de sucidio entre o jovens, la é tão grande.

  30. Reni Scherer says:

    O Brasil só pq é grande o descontrole em tudo esta presente, acredito que seria válida essa teoria de se aplicar certas restrições aos politicos brasileiros, e com isso a situação brasileira num todo seria mais controlável.

  31. Marcos Maia Barbosa Maia says:

    Os nossos políticos podem ter apartamentos gratuitos, mas eles preferem ter ajuda de custo aluguel aprovadas por eles mesmos. Pode?
    Temos que acabar com essa mamata, pois na verdade eles estão lá por livre e espontânea vontade pedindo voto.

  32. Maria Olimpia Sanches says:

    Não tem que dar moradia coisa nenhuma ,eles não querem ser políticos ganhar salários alto e ainda ajuda disso é aquilo eles que banquem o aluguel de uma quit net não é só pra dormir e ou passar três ou quatro dias ta muito bom .

  33. Carlos Alberto says:

    AH PARA DE FAZER COMPARAÇÃO DOS POLÍTICOS DE LA ,COM OS NOSSOS, ELES LA SÃO CORRUPTOS IGUAL AO NOSSOS ? ELES ROUBAM O POVO COM DESVIOS DE MILHÕES ? TE GARANTO QUE POR SER HONESTOS LA AINDA ENTRAM EM CANA ,ENQUANTO OS DAQUI ROUBAM E AINDA TEM MORDOMIA QUANDO ISSO ACONTECE, POIS CUMPREM PENA EM CASA. ENTÃO NÃO PERCA SEU TEMPO DE FICAR FAZENDO COMPARAÇÃO ,OS NOSSOS SÃO DA MELHOR QUALIDADE ,NINGUÉM NO MUNDO TEM CORRUPTOS IGUAL AO NOSSOS. POR ISSO ELES MORAM MAL ?

  34. Walmersn Neiva says:

    AQUI SERIA UMA AFRONTA PARA OS ACHACADORES! IMAGINEM GANHAR TRÊS MIL POR MÊS E MORAR EM KITNET? COMO ELES VÃO CONSEGUIR FAZER POLÍTICA COM INTERESSES PRÓPRIOS SOFRENDO ASSIM? JÁ PENSOU BOLSONARO, AÉCIO FEZES, ANESTESIA, E TANTOS OUTROS DA ELITE DA MAIS PURA MERDA ARISTOCRÁTICA DORMINDO NUM KITNET DESSES? DE JEITO ALGUM O POVO ADMITIRÁ UMA COISA DESSAS.

    • Araceli Oazem says:

      Os maiores achacadores do Brasil e do povo são Dilmãe e seu Luladrão! O pobre milionário do Brasil… Pois é Walmers, já pensou esses dois, morando em kitnet… Lula só gosta de triplex, mas ele não é das zelite, né!

  35. Márcia Brito says:

    Por essas e outras que lá todos têm qualidade de vida. Aqui, as autoridades se julgam numa monarquia, exploram o povo, distribuem uma bolsa miséria em troca do voto, para manter as aparências de democracia e vivem nababescamente, enquanto os “escravos” pagam impostos escorchantes. A saúde pública e a educação são um lixo.

  36. Marta Teresa Giusti says:

    para acaipirada ´´probre´´ de isprito, morar em Brasili, na Ilha da Fantasia é estatos , robe de ispritos, fica portanto c otoridade, vejam os exemplos do enxofre mula, fala grosso o jegue, esse é o maior ´´pobrema ´´do Brasil, caipirada sendo otoridade …p contnuar roubam até o suor do Brasileiros…enxofres molusco até qd??????

  37. Francis Carlos says:

    AQUI NO BRASIL É TUDO AO CONTRARIO, UM COLEGA DE TRABALHO O ANO PASSADO SAIU PARA VEREADOR POR QUE ESTAVA CANSADO DE TER QUE LEVANTAR AS 4 DA MANHA E GANHAR 1500,00 POR MES, MAS NINGUEM QUIZ ELE SE DANDO BEM NA VIDA COMO POLITICO, NINGUEM VOTOU NELE KKKKKKKKKKKKKKKKKK

  38. Mary Schoenherr says:

    + q. suficiente para SERVIDORES PÚBLICOS!!! e Lavam s/roupas na lavanderia comunitária do prédio e preparam suas refeições!!! transporte dentro das cidades = BICICLETA!!!! No Brasil 1 pequeno erro de português – Servíiidos Públicos e as custas de maioria miserável!!!! e p/pouco ou nda de retorno!!!

  39. Ivonete Aleixo says:

    Vcsprecisam conhecer os apartamentos funcionais em Brasília.São de 4 a cinco quartos,ambientes de duas salas amplos,com auxílios dos móveis e tudo,mais que uma casa necessitar,pago com nossos imposto.Isto é,por que não fazem ideia das mansões do lago sul,para os ministros.Já,entrei em uma que tinha uma cachoeira,dentro da casa.Tudo custiado com dinheiro púlico.

  40. Mary Marcos de Figueiredo says:

    Igualzinho aqui ! Aqui.é.uma vergonha está fazendo CINCO ANOS e os moradores do Morro do Bumba continuam sem suas casas e recebem $400,00 reais de aux. Moradia , façam as contas se tivessem reconstruído as casas já teriam economizado muito, não ha interesse será que é só.os.moradores.que recebem ?

  41. Eduardo José Carneiro Barbosa says:

    Se verdadeiramente querem moralisar o Brasil, então por que não se espelhar no exemplo desses países do primeiro mundo? Ao invés disso, só castigam o setor produtivo, os pobres trabalhadores, os aposentados, os pensionistas e as viúvas do (INSS). Vergonha.

  42. Sidao Ombudsman says:

    Não esqueçam que os SUECOS pagam uma Alíquota de Imposto de RENDA de 43%. E são o povo de maior EMPATIA em relação aos PROJETOS SOCIAIS para os MENOS FAVORECIDOS, bancados por esses altos Impostos…

  43. Maria Flavia Penna says:

    Linda.e Gina.
    Nós sonhamos com isso! Eles, não!
    Ouvi, de mais de uma pessoa: não queremos q aqui se torne uma Suécia!!
    O modelo deles é americano com todo o circo de The Best Place in The World!, ostentação e Akerica dream!

  44. Jaime Kirchner says:

    De fato nós exageramos em mordomias. Nosso povo tem muito que aprender de outros países. Nosso Chacrinha dizia que pobre quer bacalhau, admira a fartura, ouro e diamantes. Torce por jogadores que ganham milhões e milhões. Precisamos reconstruir a base ética, filosófica e cultural. Temos muitas injustiças nos meios produtivos, profissionais, nas questões de distribuição das riquezas e dos espaços.

  45. Mara Carretts says:

    fico imaginando os nossos políticos em apartamentos assim pequenos sem muito conforto,pior que grande parte deles vieram de casas até piores mas chegando lá tem direito a grandes apartamentos com tudo ultra moderno e grátis ,por isso e para não perder as mordomias muitos entram na político cheios de idéias de fazer projetos e fazer o bem para todos ,mas com medo de perder tudo isso eles preferem se juntar aos que já estão a muito tempo e acabam legislando só em causa própria não querem de modo algum perder a vida de marajá que conquistaram.

    • Romualdo Rios says:

      A Suécia é uma monarquia constitucional, onde o rei é o chefe de Estado, porém com poderes limitados a funções oficiais e cerimoniais. Existe um parlamento eleito pelo voto democrático e esse parlamento elege um primeiro ministro. Nada de socialismo.

  46. Paulinho Vergueiro says:

    aconteceu comigo: tenho um amigo sueco que estava me contando sobre as eleições em seu País… as cédulas são colocadas em balcões nos shoppings e os eleitores preenchem e votam. Perguntei a ele: e se as pessoas votarem diversas vezes em seu candidato? Ele me respondeu: mas, porque alguém faria isto? Fiquei envergonhado…

  47. Paulinho Vergueiro says:

    já contei esta história, mas nunca é demais para conhecermos a mente de um País, que no último anos, foi eleito o melhor padrão de vida para os seus. Aqui é tudo nas coxas… ferre-se maldito povo… certamente pensam assim, pois roubar tantos bilhões, impedindo as pessoas de terem atendimento médico, proteção policial, educação… é muita falta de caráter destes que dominam politicamente o País… estes caras tem que responder pesadamente sobre estas atitudes malignas. Para que tanto desvio? Bilhões!!! Vi na tv, uma velhinha em casa de sapê, comendo farinha pura… pau nestes caras, mas, pau pra valer. E se houver ministros no STF que alisem e compactuem com estes marginais, devem ser considerados marginais também… pau, nestes… são iguais…

  48. Dauro Nogueira says:

    Gente, gente, vocês param com esse negócio de comendo pilha com essa notícias bobas do exterior. Porque não são apartamentos funcionais que são os verdadeiros problemas do Brasil. Quem faz esse tipo de provocação tem objetivo claro que é demonizar a política, e não existe democracia sem política. O que temos na verdade e de exigir caráter dos nossos familiares, amigos, vizinhos, em fim de toda sociedade.

  49. Dauro Nogueira says:

    Chega de hipocrisia !! A sociedade tá sem moral para fazer crítica de ninguém. Político não cai do céu, ele sai do seio da nossa sociedade. Por tanto quem está doente é a nossa sociedade. Atentai–vos.

  50. Milena Costa says:

    Os valores da sociedade se refletem no comportamento dos políticos, mas o exemplo vem de cima. Como escreveu um clássico constitucionalista inglês, Sir Ivor Jennings, uma das vantagens da monarquia é que a simples presença do monarca impõe um certo respeito e contenção nos políticos. A monarquia inglesa é a mais cara da Europa, mas gasta, por ano, muito menos que o Palácio do Planalto. As demais monarquias européias (Suécia, Noruega, Dinamarca, Bélgica, Holanda, até a complicada Espanha, entre outros menores) são leves para os contribuintes e têm, na média, mais liberdade e estabilidade que as repúblicas vizinhas. O Brasil trocou, em 1889, uma monarquia parlamentar e um imperador vigilante e liberal por uma república presidencialista e um general golpista, sucedido por outro general mais truculento, e depois por uma sucessão de “coronéis” e caudilhos. Os ratos fazem a festa até hoje.

  51. Nelson Seixas says:

    A pergunta é por que é assim lá e não aqui? Se for porque eles são mais honestos não t jeito. Se for porque tem punição à corrupção, então cimo fazer os bandidos criarem leis para sr punirem? Não tem jeito. Se for por que o povo exige, não tem jeito, pois não dá pra uma multidão de 80 milhões chegar a Brasília, para o país e só voltar quando as leis desejadas começarem a ser aplicadas. Na boa, isso aqui não é a Suécia e nunca vai ser. É melhor tentar transformar isso aqui em algo ao menos mais palatável.

  52. Lino Delta Do Valle says:

    Dauro do jeito que vc escreveu aí tá tudo tranquilo sabe qual seria se solução ninguém votar mais.Mas tem um problema enquanto existirem essas bolsas : família presos e outras mais esses canalhas voa ter votos . FALEI

    • Mariana Dias says:

      O povo qur mais votou na Dilma vou em São Paulo, so que a distribuição de bolsa se localizA no nordeste, lugares de extremA pobreza, como vc me explica isso?
      Ainda acha que eh uma bolsa de 80 reais qur ganham voto ava viu …. Fala eh facil quero ver pesquisar antes de falar

  53. Manoel Eduardo Ficher says:

    Regime socialista ou não, o apto é contemporâneo confortável e mostra p/gente o que é um país sério! Infelizmente aki como sempre é uma zona! Vale tudo p/ se levar vantagem p/seu próprio umbigo! Qual político ou parlamentar ficaria na boa morando em apto d 46,00 m2?? É ruim!! Quanto ++++ melhor,ou seja, compatível com os roubos e corrupções q vemos todo dia na mídia, etc… Lá e vocação aki é ladrão!!

  54. Ignacio Ferreira says:

    “Coitados”dos políticos suecos ,seria bom virem ao Brasil,tomar um “banho” de “desenvolvimento” com nossos congressistas, para conseguirem um melhor “padrão”, pois estão tão “subdesenvolvidos”.

  55. Alexandra Aparecida da Silva says:

    O tamanho da casa é o de menos, o pior são as regalias, os bolsas tudo e o salário astronômico que os políticos no Brasil têm direito. Esses “direitos” (mamatas) têm que acabar! Deveriam receber 10 salários mínimos por mês. Aí queria ver se teria tanta gente comprometida de verdade pelo interesse público. Outra coisa acabar com o financiamento privado/doações de campanha, voto ser proporcional(uma pessoa um voto) e em lista.

  56. Jorge Moreira says:

    Pessoal,
    Na minha opinião pessoa, comparar uma sociedade que já existia e tinha um Estado organizado, ja em 1532, quando o Brasil ainda era um Colônia de Portugal, desconhecida e ignorada, com uma extensão territorial (449.964 km², que é uma fração da brasileira, quase 5%), e uma população (9.415.295 habitantes, outra fração do Brasil, que tem mais de 200 milhões) revela uma profunda ignorância ou uma extraordinária má-fé.

    • Nick Santos says:

      Mas em um aspecto não há o que negar: o excesso de regalias dos “nossos” parlamentares. Independente de diferenças culturais, políticas, ou quaisquer que sejam… É fato incontestável que os políticos aqui têm regalias em demasia. E não se trata só do tamanho dos “alojamentos” funcionais. Se fosse só isso… Se ele tem uma moradia própria com 1000m2, ninguém tem nada a ver com isso (desde que possa comprovar a procedência), mas não é por isso que o povo vai ser obrigado a bancar um alojamento funcional com a mesma metragem porque “Vossa Excelência não está acostumado(a) a se alojar em pouco espaço”.

    • Jorge Moreira says:

      Desculpe Nick mas de onde você tirou esses mil metros quadrados?
      Vamos por a limpo.
      O mais luxuoso imóvel funcional em Brasília, por óbvio, é o das presidências dos Três Poderes: são quatro imóveis: Presidente da República, do STF, do Senado Federal e da Câmara dos Deputados.
      São residências horizontais que se prestam a abrigar os presidentes dos Poderes e suas famílias, além de abrigar Chefes de Estado, de Governo ou de Legislativos em visita ao Brasil. E todos têm uma área construída inferiores a que você menciona.
      Segundo é que não existem regalias. Em todos os países continentais como o Brasil (EUA, Rússia, China, Índia) os representantes eleitos assim como os Executivos Federais têm imóveis funcionais pelo motivo óbvio: abrigar os mesmos, visto que o eleito não pode ser obrigado a eleger exclusivamente quem já reside em imóvel próprio na capital da Nação.
      No caso de Brasília, construída no interior do país, fornecer imóvel funcional para os agentes políticos e os servidores públicos em geral foi a única forma de efetivamente levar as pessoas da antiga capital, o Rio de Janeiro, para a nova, Brasília.
      Por fim fornecer imóvel funcional, para os representantes eleitos do povo, é uma criação inglesa.
      Assim como outros direitos da representação, que a mídia nacional, devido à atual ignorância histórica, filosófica, sociológica dos jornalistas brasileiros, insiste em “tachar” de REGALIAS ou PRIVILÉGIOS.
      Quer saber por que?
      Porque os mineiros ingleses descobriram que não adiantava eleger representantes para o Parlamento, fonte do Poder Inglês, porque os mesmos não conseguiam sequer se mudar para Londres para assumir a cadeira para qual foi eleito. E quando conseguia não tinha onde morar com a família, não tinha como se vestir, não tinha como se locomover.
      Então os mineiros promoveram greves para arrancar do Parlamento as leis que iriam garantir que seus representantes cumprissem a missão para qual foram eleitos: defender o trabalhador.
      Portanto antes de embarcar nesse clima de linchamento, que se espalha como fogo em relva seca, favor pesquisar para evitar conclusões precipitadas e injustas bem como acusações sem fundamento.

    • Bruno Souza says:

      Reconheco que momentos e distincoes historicas precisam ser feitas mas, de forma mais ampla, sou obrigado a discordar do seu argumento por razoes obvias….
      Os politicos brasileiros recebem sim regalias. .. quando se considera o numero de auxilios, adicionais, servidores e verbas de gabinete.
      Linda a historia da origem dos imoveis funcionais…. tenho inclusive certeza de que os politicos ingleses residiam nos mesmos… ao contrario dos nossos que possam dois ou tres dias na capital para depois retornar as suas bases, subutilizando o imovel que, diga se de passagem, eh maior que a media do que a populacao em geral tem acesso… no mais, para um Brasileiro, com salario na casa dos 30mil reais mensais, eh justificavel auxilio paleto, passagem para parentes e outras regalias similares? Nao existe similar para isso em lugar nenhum do mundo que tenha o minimo de decencia….

    • Jorge Moreira says:

      Prezado Bruno você está falando da Inglaterra, o centro de um império mundial, no século XIX, onde o Sol jamais se punha.
      Um Império baseado na Lei, nas comunicações rápidas, no transporte eficaz, o grande construtor de ferrovias e companhias de energia e transporte pelo mundo.
      Um país com uma Área de 130.395 km², (para comparar o estado do Piauí, tem 251.577,738 km²), com uma rede ferroviária que ia de Londres a Constantinopla (atual Istambul).
      Olhe de novo. Comparações entre objetos e sujeitos tão distintos não servem para deduções ou comparações.
      Servem para constatações e estudos de indução. Somente isso.

    • Jorge Moreira says:

      Discordo prezado Oscar!
      A questão primordial é como se entende e se cumpre a lei.
      A América toda, assim como Austrália e Nova Zelândia foram colonizadas pelo refugo da Europa.
      Mas, sempre tem um mas, a Lei no Reino da Inglaterra e nos Reinos de Portugal e Espanha eram entendidas e praticadas diferentemente.
      Os expatriados do Reino da Inglaterra (judeus convertidos, puritanos, homossexuais, adúlteros, criminosos comuns) tinham sua sentença de morte suspensa até a quinta geração, se concordassem em viver no Novo Mundo.
      Ou seja: Vão e não voltem. Por isso os expatriados, quando chegavam, tratavam de construir uma nova vida: igreja, cadeia, escola, ruas planejadas, eleição do clérigo, do xerife, do juiz, do prefeito.
      Na América Lusitana e Espanhola valia a espoliação. Fique rico e rápido, porque o rei vende o perdão real.
      O Império Português e o Espanhol eram corruptos por natureza, a começar pelo Rei, que vendia títulos de nobreza, certidão de cristandade (em parceiria com a Igreja) e perdão real.
      Essa é a diferença entre a formação da América Inglesa (Canadá e EUA) e as Américas Espanhola e Portuguesa.
      Os descendentes do May Flower acreditavam no destino manifesto deles de fundar uma nação que governaria a América esperando o retorno de Jesus (muitos ainda acreditam).
      Na America Espanhola os descendentes de Nicolás de Ovando, que às margens do Ozama desenvolveu a atual cidade de Santo Domingo, era enricar, voltar para Espanha, comprar o favor de El Rey, uma hacienda e viver no ócio até a morte.
      Já no Brasil os descendentes de Martim Afonso de Sousa, que em 1532 fundou a primeira cidade do Brasil (São Vicente) era saquear o Brasil, sonhavam em enricar, voltar para Portugal, comprar o perdão real e uma uma quinta, para depois gozar uma vida de ócio.
      Percebes a diferença?
      Reafirmo: não é possível a comparação direta entre realidades atuais e históricas tão díspares.

    • Jorge Moreira says:

      E Bruno vou discordar de outro ponto, no tocante aos auxílios que você critica!
      Isso é praticado em todas as empresas do mundo, inclusive estatais.
      Você acredita que um Executivo da Shell ou da Exxon gasta de seu bolso para pagar qualquer despesa mundana, sua ou dos seus entes familiares?
      Tem empresa que sustenta até as amantes dos seus executivos.
      Por que? Porque o importante é o resultado. A prosperidade econômica e financeira que a gestão desse Executivo traga para a Empresa ou para a Nação.
      Nos EUA a amante de madame Roosevelt (a esposa de F.D.R.) era homossexual era paga pelo Departamento de Guerra, as de Churchill idem, De Gaulle as escondia na Secretaria da Presidência, Kennedy as colocava como estagiária, Truman intermediava localização de bases militares.
      Nos EUA cada representante e cada senador tem uma verba anual fechada (impossível rastrear).
      Viu? É a mesma coisa em todo lugar. Somos humanos, somos falhos.
      Não existe essa de lugar ou civilização perfeita.
      O que existe é uma longa caminhada na construção do Estado Democrático de Direito, na construção de uma Sociedade legalista e moralmente saudável.
      Esse é o nosso desafio, lamento mas esse caminho não tem atalhos e nem salvadores da pátria.

  57. Marcos Rocha says:

    Capricho no clichê. Jorge Moreira, será que a extravagância, e futilidades com o dinheiro público também não seriam ignorância, e, ou má fé? E quantos anos mais, a mais, serão necessários para que o Brasil finalmente seja considerado um país maduro e de boa ídole? Por quantos anos mais ainda iremos (o Brasil) nos compotar como adolescentes inconsequentes, moléques delinquentes? “Fala sério!”

  58. Genezita Paiva says:

    Para os leeitores q pensa em melhoria so para si propio, e nem sabe o q e melhor para si,
    O politico eleito deita e rola, como fundo de caixa para partido politico de, mais de 800 milhões de reais, saido dos cofres da uniao, quando a crise no pais e alarmante, e pomos a culpa so no atual presidente aplaudindo tudo o q o congresso faz, nao pq achamos certo mas pq achamos bom q estam destruindo o governo, quando na verdade estao destruindo o pais, e a nos mesmos, o pais esta longe de tal moralidade,

  59. Maria Lourdes Hoffmann says:

    Mas os brasileiros nasceram de quarquer forma na maioria pessoa origem pobre, aí quando chegam lá de forma muitas vez indecentes aí acham que deve ter tudo aquilo que os pais não puderam dar a seus filhos.coitados não sabem eles que a humildade e dos sentimentos mais lindos que poderíamos por em prática pra todos serem felizes.

  60. Luis Fernando Garrido Lima says:

    eu aprovo essa lei pra diminuir os gastos públicos, aprovo também político ter direito ao SUS, escola publica e municipal, cesta básica, vale transporte e salário mínimo. Nunca isso vai acontecer! NUNCA, NUNCA, NUNCA, porque eles tem seguranças, salários extratosféricos, filhos em escolas particulares conceituadíssimas. SOMOS TROUXAS, ESTUDAMOS E TRABALHAMOS PARA BANCAR ELES…

  61. Marcus Vinícius Schornbaum Coelho says:

    Isaias Quaresma Masetti eu também acho que nossos políticos têm demasiada mordomia, mas devo lembrar a origem dos apartamentos funcionais brasileiros. Brasília foi construída do nada, ninguém morava lá, era necessário construir moradias para todos que tiveram que se mudar para lá, não apenas os políticos; antes de Brasília, não havia apartamentos funcionais. E o Brasil, ao contrário da Suécia, é um país continental, era necessário (e barato) construir moradias com área suficiente para que pudesse receber toda a família das pessoas que iam ocupa-la.

  62. Nylzo Mario Salles says:

    A prioridade NÃO é a Reforma Política… É sim a REFORMA TRIBUTÁRIA !… Que acabem com essas Malditas Declarações Anuais de Rendimentos, que isentem de Impostos os ALIMENTOS, que isentem de Impostos os Assalariados… E que diminuam os Preços dos Combustíveis. Quanto às Reformas Políticas é muito simples: – Que se limite o exercício dos Cargos de Presidente, Governador e Prefeito a apenas UM PERÍODO, ficando proibidas as REELEIÇÕES, ou retornos após alguns anos, evitando-se assim a perpetuação no PODER. E que se reduza o CONGRESSO NACIONAL a apenas 27 Senadores e 171 Deputados… E acabem em todo o País com os cargos de Vereadores, perfeitamente dispensáveis… Essa então seria uma verdadeira REFORMA POLÍTICA.

  63. Luiz Henrique C Loyola says:

    Eu não espero que o nosso político seja tão políticos quanto os da Suécia, eu só desejaria que eles lutassem a favor do povo brasileiro e pensasse mais no povo brasileiro e menos nos seus bolsos e na conta bancária. SÓ ISTO!!!!

  64. Carla Lettieri says:

    Vivi na Suécia um tempo e presenciei que esse estilo mimalista é seguido pela maioria dos suecos. Uma das minhas colegas de turma foi a princesa Vitória e nossa turma foi convidada a visitar os dois palácios da monarquia: o de trabalho e a residência. Percebi que o luxo é apenas protocolar porque a monarquia mesmo vive em um apartamento simples anexo ao palácio e cultura hábitos igualmente simples. Ou seja, isto faz parte da cultura dos suecos em todas as camadas da sociedade. Nossos políticos são produto de uma sociedade esbanjadora e que adora ostentar riqueza.

  65. Luis Rivero says:

    Isso pq a Suécia é um dos países mais ricos e desenvolvidos do mundo. No Brasil patrimonialista e semi-feudal. Os políticos se acham donos e se apropriam de $$$ do contribuinte na maior cara de pau!!! A Câmara dos deputados tem uma quadra inteira no plano piloto, com blocos de apartamentos recém reformados ebormes à disposiçao dos nobres parlamentares e eles “abrem” mão do beneficio e pegam o auxilio moradia em troca que é mto mais fácil de se apropriar, pois alugam um imovel por 3000 por ex. E prestam conta do valor cheio embolsando a diferença. Sem falarnas outras benecies, carro com motorista, passagens, diarias, auxilio combustivel, Telefone, etc…. Nosso país seve ser mto mais rico que a Suécia mesmo, só pode!!!!

  66. Simone Jorge says:

    Como diz? Cada um tem o que merece? Os políticos são eleitos por nós. O voto é vendido, trocado, negociado. Deixamos que eles ganhem salários e benefícios absurdos. No momento que o povo for honesto, consigo e com os outros, esses políticos n mais existirão.

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