Como a polícia lida com protestos na Suécia

[show_fb_likes] O texto abaixo é de Claudia Wallin, jornalista brasileira radicada na Suécia. Claudia é autora do livro Um país sem excelências e mordomias, e mantém um blog no endereço claudiawallin.com.br
 Já dizia Einstein que insanidade é fazer sempre a mesma coisa, e esperar resultados diferentes. Mas a cena se repete com demente precisão: uma polícia brutalizada, historicamente treinada para o confronto implacável com o bestial inimigo de seis patas, produz imagens e saldos de guerra nas manifestações populares nas ruas brasileiras, onde perder o olho ainda pode ser sinal de sorte.

Assim essa polícia, que mata e morre mais do que em qualquer outro país do mundo, vai cumprindo a façanha de se perpetuar no ranking das instituições mais detestadas do Brasil.
“O problema não é a atuação da polícia”, constata o policial brasileiro Gustavo Fulgêncio, que desde 2007 integra os quadros da polícia sueca em Estocolmo.
“O problema é que os policiais brasileiros atuam apenas com o conhecimento que têm. Não há evolução, não há interesse em procurar técnicas novas. Está visto e comprovado que as técnicas de repressão utilizadas atualmente não funcionam. Isto está sendo questionado inclusive nos Estados Unidos, que também têm uma polícia muito violenta, muito militarizada. Como o brasileiro é doido pelos Estados Unidos, talvez isso comece então a ser questionado no Brasil também”, raciocina Gustavo, que reveza o trabalho na Divisão Internacional da Polícia sueca com o curso de Ciências Políticas da Universidade de Estocolmo.
 
“Não estamos ali para complicar, e sim para facilitar o exercício do direito da pessoa de se manifestar”, diz Gustavo. Foto de Jan Lage Vianna
O brasileiro Gustavo Fulgêncio trabalha na Divisão Internacional da Polícia sueca
 
Estamos no quartel-general da polícia sueca, uma imponente construção de porte palaciano e interior ultramoderno no centro de Estocolmo. Ao lado do restaurante onde o Comandante Geral da instituição faz fila para almoçar no bandejão, um grupo de oito policiais corre compassadamente em volta de uma mesa de pingue-pongue, em uma alegre partida simultânea entre homens e mulheres da corporação.
São tempos de colheita: as pesquisas mostram que 77% dos suecos confiam na sua polícia. Mas a Suécia teve que atravessar seu próprio inferno e reformular seus conceitos e estratégias, para semear essa relativa paz.
Era o ano de 2001, e o desastre policial que se produziu passaria para a história sueca com o genérico nome de “eventos de Gotemburgo”. A cidade sueca, que sediava a reunião de cúpula da União Européia, virou na verdade uma praça de guerra: a polícia sueca investiu violentamente contra as centenas de manifestantes suecos e estrangeiros que protestavam contra a globalização. Três pessoas foram feridas por tiros: era a primeira vez que a polícia sueca disparava armas de fogo em uma manifestação desde 1931. Mais de mil pessoas foram detidas.
Para os suecos, os eventos mostraram a força do aparato de repressão da polícia – mas também as suas limitações. Era hora de reformular a estratégia.
“A doutrina aqui era muito parecida com a que é usada no Brasil e em outros países, que é a doutrina de confrontação das manifestações”, diz o brasileiro Gustavo Fulgêncio, com sua vivência de três mundos: antes de se mudar para a Suécia com a esposa sueca, trabalhou durante dez anos na Polícia Militar de Pernambuco, e integrou as forças de paz da ONU na antiga Iugoslávia.
Pós-Gotemburgo, uma nova doutrina policial foi pensada e implementada. Trata-se de uma tática que reúne quatro princípios fundamentais para reduzir o potencial de conflito nas manifestações: o diálogo, a facilitação, o conhecimento e a diferenciação.
“Isso é como um mantra aqui na Suécia”, diz Gustavo.
A meta do diálogo é quebrar as barreiras entre o policial e o manifestante: a polícia deve deixar claro aos manifestantes que reconhece o direito democrático dos cidadãos de se manifestar, e que está presente para garantir que a manifestação transcorra de forma pacífica.
“O diálogo é extremamente importante para a polícia sueca. Quando ocorre uma manifestação, há especialistas da polícia que estão lá apenas com a finalidade de dialogar com as lideranças do protesto. Eles caminham dentro da manifestação, dialogando todo o tempo. O que o manifestante acha é importante, o que o policial acha também é, mas o que nós achamos em comum é ainda mais importante. Ou seja: com o diálogo, tenta-se chegar à conclusão de que você tem o direito de protestar, um direito que está na Constituição, mas que também é preciso respeitar os demais cidadãos, que não devem ter seus direitos e liberdades afetados”.
“No Brasil, muitas vezes a polícia brasileira confunde manifestante com vândalo, chega no local e já tem uma visão negativa do protesto, porque não olha aquilo como sendo um direito”, observa Gustavo.
O policial sueco deve ter também conhecimento sobre o motivo do protesto, a fim de facilitar a comunicação com os manifestantes. Já o princípio da facilitação é o que o nome diz – facilitar o desenvolvimento da manifestação.
“Não estamos ali para complicar, e sim para facilitar o exercício do direito da pessoa de se manifestar”, diz Gustavo.
Como?
“Por exemplo, tendo um conhecimento prévio e detalhado da manifestação, para prever barreiras e evitar um possível confronto entre duas facções contrárias. Quando os manifestantes percebem que nós não estamos ali para reprimir, e sim para facilitar, então naturalmente vai haver uma cooperação maior. Nem todas as vezes funciona dessa forma, e eu já estive aqui em vários conflitos onde ‘o pau cantou’ e garrafas voaram. Mas pelo menos fica bem mais difícil para você, como manifestante, agir de uma forma agressiva contra mim, se você souber que estou ali pra lhe ajudar como policial.”
E como lidar com os vândalos?
“Aí entra o princípio da diferenciação na doutrina sueca”, explica Gustavo. “Nem todos os que estão no local são iguais, e nem todos podem ser tratados da mesma forma. É uma mentalidade diferente: no Brasil e na maioria dos países, a polícia trata toda a massa como se fosse um indivíduo. Então, quando a polícia atinge um membro do grupo, todos se voltam contra ela. Isso é geralmente alavancado por uma ação desproporcional e violenta da polícia.”
“Por exemplo”, prossegue Gustavo, “há um protesto no metrô de São Paulo contra o aumento das passagens, e aí chega a polícia, fecha a rua e começa a atirar bombas de gás. Nesse momento, os que estão ali se manifestando pacificamente se juntam aos vândalos, porque encontraram um denominador comum: a ação desproporcional de repressão policial. Mas é preciso lembrar que os vândalos não têm o apoio dos manifestantes. Os manifestantes estão lá como indivíduos. É preciso separar o joio do trigo.”
A tática da diferenciação começa com a observação das pessoas que se aproximam da passeata. Se alguém tenta entrar na passeata com um taco de beisebol na mão, é retirado. Mas quando os eventos saem fora de controle, a intervenção da polícia sueca é cirúrgica: os agitadores são identificados, vigiados e filmados pelas câmeras policiais – mas em geral só são presos em uma oportunidade que seja apropriada, a fim de não promover uma escalada da violência.
“Não se trata de uma regra rígida, mas de um julgamento que é feito na hora”, diz o policial brasileiro. “Por exemplo, se o camarada passou e deu um chute numa lata de lixo, ou jogou uma caçamba de lixo no meio da rua, atrapalhou o trânsito e tal, ele está sendo filmado. A gente vai acompanhando, e já avisa a uma patrulha civil – olha, aquele indivíduo ali, pode prender. A polícia civil então entra na passeata devagarinho, e no momento mais oportuno pega o sujeito e tira da manifestação. Ou prende depois. Agora, se o indivíduo está vandalizando e ferindo uma pessoa, aí tem que agir na hora.”
E como a polícia sueca age nesses casos?
“Não é que aqui se procure evitar o confrontamento. Mas se o confronto é inevitável, usa-se a violência necessária. Se a violência necessária for um empurrão, empurra-se. Se a violência necessária for uma porrada de cacetete, dá-se. É uma questão de proporcionalidade. Se o indivíduo está quebrando as vidraças do banco, vamos fazer aqui um julgamento de proporcionalidade. É proporcional que o carro da polícia cruze a passeata em alta velocidade, sob o risco de atropelar ou machucar um manifestante, para deter o vândalo? Não. Mas é proporcional que eu entre mais adiante com um pessoal a pé, cruze a manifestação e apanhe o sujeito? Talvez sim. Porque também preciso levar em consideração o risco que pode haver para o meu pessoal”.
Quer dizer que a polícia sueca pode estar vendo alguém depredar um banco, mas deixar para prendê-lo depois a fim de não escalar a violência?
“Exatamente. Geralmente, aqui se trabalha com câmeras. Os encarregados de fazer a prisão são avisados de que um determinado indivíduo está sendo filmado, e deve ser preso. Porque, em primeiro lugar, há que se ver a legalidade da prisão: aqui na Suécia, a polícia tem que provar porque teve que prender uma pessoa. Então, o policial tem que avaliar também a proporcionalidade da medida que toma, porque tudo aqui é feito sob o ângulo da legalidade. Se o policial não tiver apoio legal para fazer a prisão, não prende.”
A polícia sueca usa balas de borracha e bombas de gás lacrimogêneo em manifestações?
“Não. Aqui um policial tem o cacetete, o spray de pimenta e o revólver. Porque é a história da proporcionalidade: o uso da violência tem que ser proporcional, e sempre dentro da legalidade. Se uma pessoa vier atacar um policial com mãos vazias, não se pode usar uma arma. Mas se essa pessoa estiver estrangulando outra pessoa, deve-se detê-la com mais força. A instrução policial aqui é respeitar a escala da violência, e o último recurso é a arma. O que se discute hoje na Suécia é a procura de uma solução que esteja entre o spray de pimenta e o revólver, que no caso seria a arma de eletrochoque, para imobilizar a pessoa. Nas manifestações, os policiais suecos também não usam escudos. Você não pode prender uma pessoa segurando um escudo, e se tiver um escudo e um cacetete, as duas mãos estão ocupadas. O que se usa aqui na Suécia é a proteção corporal antitrauma, que no Brasil é conhecida como “robocop”.”
Todo policial sueco tem também formação psicológica – como esse treinamento é aplicado durante uma passeata?
“A primeira pergunta que um policial sueco aprende a fazer é o julgamento individual: isso é um indivíduo, ou é a massa? Então, estou olhando para um indivíduo. Como eu posso não provocá-lo? Se ele está muito agitado, como posso acalmá-lo? Por que não tirar o capacete e falar com ele, para que ele me veja como uma pessoa, e não um boneco armado?”
Como brasileiro, o que chamou mais a sua atenção durante seu período de formação na Academia de Polícia sueca?
“Minha primeira reação foi achar que o sistema sueco era frouxo demais. Eu tenho formação militar, estudei no colégio militar dos 11 aos 30 anos de idade. E o militar é doutrinado de uma forma que não é compatível com a ação civil. Na linguagem militar, por exemplo, o patrulhamento de manifestações é chamado de ‘controle de distúrbios civis’. Hoje, chama-se muito de ações de choque, o que também é um conceito muito negativo. Ou seja, o problema já começa pelo nome. O policial de choque do Brasil, ao meu ver, é treinado hoje apenas para a repressão da manifestação. E você tem aquela cultura mais violenta, que observo muito através de amigos meus, com aquela coisa de tropa de elite, caveira, gritaria, tapa na cara.”
O modelo sueco funcionaria no Brasil?
“O negócio é o seguinte: algo tem que ser feito. Da forma como está, não funciona.
Acho que o Brasil deveria olhar para fora e ver o que está sendo feito em outros países. Não sei se as soluções suecas funcionariam, mas acho que o modelo sueco tem muito a contribuir para o desenvolvimento das táticas usadas no policiamento de manifestações no Brasil. É preciso caçar pérolas.”
O que faz de um policial um bom policial?
“Um bom policial tem que ter o conhecimento da lei. Ele tem que chamar a lei de “tu”, e não de “vossa senhoria”. Ou seja, tem que ter intimidade com a lei. Ele também tem que ter treinamento e equipamento adequado. No Brasil, muitas vezes, quando o policial sai da viatura o colega não sabe o que ele está fazendo, porque eles não têm comunicação por rádio. Aqui na Suécia, cada policial “tem o seu radinho individual para falar com o colega, e isso é uma coisa básica.”
“Outra coisa que o policial tem que saber é que ele está ali para servir o público”, completa Gustavo.
“O policial é um servidor do público. Se ele sempre partir dessa premissa, vai agir de forma mais digna com o público. Infelizmente, muitas vezes o que se vê no Brasil é que a polícia trabalha para o governo. Só que governo vai, e governo vem. Mas o povo fica.”
 
* Texto publicado no Diário do Centro do Mundo.
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Claudia Wallin
Sobre o Autor

A jornalista brasileira Claudia Wallin, radicada em Estocolmo, é autora do livro Um país sem excelências e mordomias.

604 thoughts on “Como a polícia lida com protestos na Suécia

  1. Claudio Batista says:

    Assim deveria ser. Porém, lá eles não têm os benditos black blocks que vandalizam tudo à sua volta. Com esses não há maneira de haver diálogo. Mas em geral os confrontos entre polícia e manifestantes são desnecessários.

    • Claudia Varejão Wallin says:

      Se você puder ler a matéria que publicou com mais atenção, verá que o próprio repórter da BBC diz que a polícia sueca não interviu naqueles maciços distúrbios de maneira agressiva, apesar de algumas queixas. Nenhuma polícia é perfeita, e aqueles distúrbios violentos, que explodiram em bairros da periferia, foram causados pela morte de um imigrante: um policial disparou e matou o imigrante, que ameaçava matar a própria mulher com uma faca.

    • Alexandre Rocha Do Nascimento says:

      Eu acompanhei estes protestos. Coincidiram com as manifestações brasileiras de 2013. Não de fato policia perfeita. Existe no Brasil, garanto a você, tropas que conhecem as técnicas de controle de multidao. Mas tanto no Rio como em Estocolmo ou Londres onde estava em 2011 um bairro não explode por acaso.

    • Alexandre Rocha Do Nascimento says:

      Verdade Francisco. Entretanto quando esgotado o controle de multidão parte-se para o anti-motim. Uso coercitivo de força para restaurar a ordem. Busque no YouTube como a CRS francesa trata os amotinados. Lembremo-nos que várias cidades europeias, Paris e um exemplo, foram reconfiguradas por engenheiros militares para evitar que a população se amotinasse.

  2. Sonia Cetrim says:

    E o Povo da Suécia como se comporta?.Não podemos comparar a Suécia de primeiro mundo com o Brasil em extinção.São culturas diferentes.Nada justifica a violência.tanto por parte dos policiais quanto do povo,mas do jeito que a criminalidade está caminhando e as infrações legais sendo diariamente descumprida em todos os locais desse território, acredito que o tBrasil está em coma e…

    • Roberto Vieira says:

      Brasil em extinção? POrquê não é o PSDB que governa? Engraçado que muitos aqui se eximem da responsabilidade sobre o que acontece no país, como se a culpa fosse apenas do outro, não tenho nada a ver com isso, pago meus impostos e quero retorno. Certo, mas quem faz um país melhor ou pior são seus cidadãos..

    • Roberto Vieira says:

      Boa parte se baseia apenas no que a midia noticia, uma imprensa comprometida apenas em manter o status quo de um capitalismo predatório. Ninguem ao mesmo procura ver os muitos lados da história, nem estudar como tudo isso foi se formatando ao longo dos séculos, como fomos colonizados, como foram os processos de “independência”, golpe republicano e várias derrubadas de governos pelas elites etc etc etc..

    • Sonia Cetrim says:

      Não, é apenas uma realidade.Sei que dói muito ,mas caso não cairmos na REAL a REAL CAIRÁ em nós, quer queiramos ou não.O tempo, a curto prazo dará a resposta.Sei que é preferível não saber o diagnóstico, e colocarmos a nossa cabeça na areia,mas não estancará essa hemorragia funesta que abraçou o Brasil.

  3. Mellindau Borges says:

    Com certeza este é um bom exemplo a ser seguido de nada adiantará projetarmos as nossas dificuldades em situações externas porque este é um trabalho individual partindo da nossa própria essência e automaticamente reconhecendo erros e assim demonstrando atitudes corretas estas informações que você coloca realmente ajuda cor que possamos ter consciência que escolher certo e erradoobrigado

  4. Guilherme Consentino Egalon says:

    Para compararmos as polícias do Brasil com a da Suécia, teríamos que ter aqui no nosso país os mesmos tipos de manifestantes que tem a Suécia. Como não temos, fazer essa comparação é o mesmo que comparar uma perereca com um gavião. Não tem o que ser comparado.

    • Lu Rocha says:

      troca o povo, é isso? vai tratar esse teu complexo de vira-latas, vai? Ou, pelo menos leia de novo o texto e veja se o policial sueco/brasileiro em algum momento diferencia o povo. Você não entendeu nada do que leu.

  5. Mellindau Borges says:

    Bem não sei se consigo colocar uma definição para os seres humanos em volta da terra como sendo o primeiro segundo terceiro quarto o mundo porém a realidade de todas as pessoas na terra são bem similares às patologias são cada vez mais acentuadas em alguns países menos em outros mais é claro que o nosso país é muito grande patologia se torna muito maior porém a mudança ela é individual parte da nossa própria essência o resto acontece

  6. Paulo Souza Souza says:

    São realidades diferentes, BRASIL e SUÉCIA. Aqui, policiais são cassados e mortos por bandidos. Nos grandes centros, escondem até mesmo de vizinhos a sua profissão evitando colocar suas fardas em varais. Nas manifestações, grupos de covardes bandidos mascarados se infiltram no movimento para simplesmente agredir, apedrejar policiais, vandalizar, incendiar e destruir o que é de público e privado. Nas Suécia, jamais isto. Embora hajam policiais bandidos, aplausos e longa vida àcorporação, aos policiais de bem, sua maioria!….

  7. André Miranda says:

    A diferença está na função, por lá defender a lei e a ordem, servir e proteger; por aqui mantem a origem de Guarda Real, defender os interesses do Rei, da corte, seus próprios e se sobrar tempo, a lei e a ordem… Waffen SS

  8. ney lemos says:

    Falou bem sem excelencias e mordomias e administracao honesta governabilidade voltada para beneficio do povo,ai nao precisa nem de policia ai qualquer rodada de dialogo resolve!!!!!

  9. Lourdes Gomes says:

    Boa colocação: “Nas manifestações, grupos de covardes bandidos mascarados se infiltram no movimento para simplesmente agredir, apedrejar policiais, vandalizar, incendiar e destruir o que é de público e privado. “

  10. Fernando Junior Junior says:

    o maior ignorante e aqule q fqaz uma comparaçao esdruxula como esta,,compare primeiro a sociedade sueca com a os vandalos brasileiros,,,,aqui nos protestos,,as vandalos qubram tudo e se apolicia coibe de forma mais energica,,toda imprensa faz materia dizendo q a polica e truculenta e despreparada,,,PORRA,,entao e a policia q tem q apnhar,,os polciais nao tem culpa se as pessoas vao pra rua fazer badernas,,e se a polcia deixar correwr frouxo,nao seria mt pior,,,como tem gente babaca como estes q fazem tal comparaçao,,,,,,,,,,,,,,,

  11. Fernando Junior Junior says:

    esse policial q trabalha na suecia q criticou a policia brasileira,,deveria vir trablhar aqui em um dia tenso de protesto,,pq acho q protesto na suecia,,os manifestantes devem ate levar flores aos polciais e nao pedras ,bastoes e ate armas de fogo como ocorre aqui no Brasil,,,ele fala sem conhecimento de causa,,,

  12. Natalicio Jose says:

    Os brasileiros tem a polícia q merecem ter, cobram e exigem uma polícia civilizada de primeiro mundo mas agem como bárbaros, fazem protestos quebrando patrimônios públicos e privados atiram coquetéis molotof na polícia e querem ser tratados c cidadania, ora façam o favor pq não fazem protestos de forma civilizada sem necessariamente terem q destruir patrimônio alheio, respeitando o direito dos outros, querem a civilidade da polícia mas no entanto não são civilizados.

  13. Carolina Pauleto Ferraz Zancan says:

    Gostaria de saber se os manifestantes suecos também depredam bens particulares, promovem o saque em lojas e promovem arruaças diversas ( alguns pagos por partidos políticos, inclusive)… Por favor! Ignorante falando sobre o que acha que entende dá nisso: um comentário parcial e superficial.

  14. Haroldo Dittmar says:

    Mas acredito que la, as pessoas vão com o intuito de maniestação, aqui é vandalismo e terrorismo puro, aij á viu, francamente falando, eu tenho medo de participar de manifestações, você vai gritar, colocar tua idéia e vem o outro e quer quebrar sob mando politico e vc que esta na boa paga o pato.

  15. Silvia Azevedo Monteiro says:

    Não acho que sejam embusteiros. Não se pode exigir que o progresso sejam de 100% por lá. Todos falhamos em algo. Não adianta jogar pedra no telhado dos outros que o nosso nem de vidro não é porque nem existe mais. O Brasil está esse caos porque nós permitimos que assim fosse.

  16. Tacau Oliveira says:

    O que esperar de uma polícia despreparada, retrógrada e com fortes resquícios da ditadura militar, como a nossa? Que vê no cidadão um inimigo ou algo que possa tirar alguma vantagem e não a quem deveria servir e protejer.

  17. Luciano Andrade says:

    A nossa polícia por não ser civil, não está aqui em benefício ou do lado da população. Esse resquício de ditadura que é a Polícia Militarizada, faz com que ela seja aparato do Estado e não do Povo. A nossa polícia recebe ordens do Governo, que é nítido que não está do nosso lado. Essa é uma das principais diferenças entre o Brasil e outros países desenvolvidos. O aparato de segurança pública é bancado por um esforço Civil e independente dos interesses do Governo. Não tem nada a ver com o comportamento da população, com os black blocs, nem nada disso.

  18. Edson Luís Do Sacramento says:

    “Um bom policial tem que ter o conhecimento da lei. Ele tem que chamar a lei de “tu”, e não de “vossa senhoria”. Ou seja, tem que ter intimidade com a lei. Ele também tem que ter treinamento e equipamento adequado. No Brasil, muitas vezes, quando o policial sai da viatura o colega não sabe o que ele está fazendo, porque eles não têm comunicação por rádio. Aqui na Suécia, cada policial “tem o seu radinho individual para falar com o colega, e isso é uma coisa básica.”
    “Outra coisa que o policial tem que saber é que ele está ali para servir o público”, completa Gustavo.
    “O policial é um servidor do público. Se ele sempre partir dessa premissa, vai agir de forma mais digna com o público. Infelizmente, muitas vezes o que se vê no Brasil é que a polícia trabalha para o governo. Só que governo vai, e governo vem. Mas o povo fica.”
    * Texto publicado no Diário do Centro do Mundo.
    (Acompanhe as publicações do DCM no Facebook. Curta aqui).

  19. Sonia Cetrim says:

    Realmente a história se repete.A corrupção no Brasil é endêmica e epidêmica, logo nossos cidadãos, com raras exceções, daqui há alguns séculos, quem sabe,poderão contribuir para uma Nação politicamente organizada com o poder emanado do povo de preferência sem urnas eletrônicas

  20. Laíra Ieda da Rocha says:

    Eu não concordo, acho que a Polícia brasileira e até moderada, embora existam os maus policiais. Comparar com a Suécia é completamente despropositado considerando as diferenças sócio-educacionais. Aqui eu as vezes tenho b pena desses policiais Qu tem que enfrentar uma vagabundos, as vezes filhos de ricos, que saem por ai quebrando tudo, se.dizendo “do memor”e ficando impunes. No Brasil diretos humanos só defendem bandidos.

    • . says:

      Por gentileza: Estou tentando sumir da internet.
      Eu preciso da colaboração de todos.
      Peço a remoção do comentário acima, porque está assinado com o meu nome.
      Agradeço pela colaboração.

  21. Sandra Ferraz says:

    Todos temos direito de protestar, mas quando estrapolamos limites perdemos nossa razão…Infelizmente muitos se infiltram nas manifestações pacificas para justamente desqualificar os verdadeiros objetivos dos manifestos e dá nisso, pancadarias e violência ,inclusive por parte da policia…Mas, não devemos usar a policia como bode expiatório, pois também estão lá fazendo o seu papel. É hipócrisia achar que a policia vai dar rosas enquanto o suposto manifestante está quebrando tudo ao redor…desculpem a sinceridade e com o perdão da palavra, mas tem horas que é necessário descer o cassetete mesmo!!!…..rs

  22. Adão Gonçalves says:

    Não podemos comparar um país europeu,menor que São Paulo,com um país de forma continental, que é o Brasil. Aqui,somos uma fusão de várias raças e culturas,na base, sobra dos Europeus que deram a formação desta nação brasileira. Está na nossa história…

  23. Wellington Louzada says:

    É ridículo querer comparar Suécia com esse paizinho chamado Brasil…aqui o povo nao tem educação e so entende a linguagem da força…aqui a manifestação começa com depredação e ai porrada em vagabundo é só isso que entendem.

  24. Dani Cruz says:

    Quem só entende a linguagem da força é quem fica em casa e critica, através da ignorância sobre o que acontece numa manifestação, aqueles que se manifestam. Bando de babacas que acham que as soluções em países onde a democracia é mais respeitada, que se chegou nesse estágio com grandes colóquios e muita conversa apenas… É triste ver como a pseudo educação aqui travestida de discurso politico adequado, não compreende um palmo a frente do nariz…

  25. Paulo Barros says:

    Olha é muita falta de noção fazer esta comparação, lá o povo sabe dos limites e não os avança, aqui ninguém quer respeitar a lei, reclamam da polícia, mas qua do o vizinho da uma festa ligam para a polícia e torcem para eles chegarem batendo….. São coisas diferentes aqui se passa a mão na cabeça de criminoso, la eles são punidos….vejamos o acontecido em Brasília, um bando de desocupados foram a um posto de gasolina qualquer para fazer baderna e sacanear o trabalhador , colocavam 50c no cartão ou com notas altas, um dos babacas e badernistas, ficou de palhaçada agitando o grupo, levou dois tiros no peito. A mídia mentirosa e esquerdista colocou o frentista como um grande criminoso, ele errou sim e seu erro foi a vida de outrem mas este cara merece a primeira vista uma segunda chance. O guri teve o que mereceu….

  26. Adriano Andrei says:

    Vc sabem de nada.inocentes em alguns.bairros de lá a polícia não pode entrar são áreas islâmicas.
    .só pesquisar no GO zones a Europa como conhecemos está acabando devido ao islâmico.a Suécia e segundo país do mundo com mais estupros e só pesquisas.rapes swiitsland

  27. Maria Antonia Faustino Ferraz says:

    Cada nação com a sua realidade, não se compara o Brasil, e nem se deve comparar com um país muitas vezes menor…é outra cultura, outra educação, e as mudanças não acontecem em um ano , nem em dez olha lá só em cinquenta a cem anos. É dificílimo. Nem nos EUA não é igual….

  28. Suely Lemke says:

    Sim . Como comparar pessoas com nível cultural superior ao nosso . Agora há pouco tempo que o policial daqui precisa de um certo nível cultural e até nível superior . Antes ser policial era sub emprego . Aos poucos vão se profissionalizando e tendo treinamento adequado para se trabalhar com o público nas ruas . O estado tem que investir em tudo isso . Em breve teremos pessoas com maior profissionalismo . E já temos muitos . Assim como também tem lá fora os que não são bons e até surtam com determinadas situações . Brasil vai aprender . É jovem !!!!! Resta reivindicarmos nossos direitos e cumprir nossos deveres .

    • Mauro Célio Aragão Ventura says:

      Penso não ser nível cultural superior mas sim diferença. Tivemos alguns heranças do passado e ainda não conseguimos mudar isso. Logicamente a educação intelectual ajuda muito no aperfeiçoamento moral. Mas é muito mais do que isso. E também educação familiar com bons valores. E valorizar a cultura do respeito, educação e não a da esperteza, de se tirar vantagem. Eita país complexo esse nosso, rs.

  29. Regis Michalski says:

    A polícia brasileira só usa da força em manifestações que degringolaram para o vandalismo.
    A polícia perde policiais executados por determinação do crime organizado.
    Aqui traficantes e marginais infiltram-se em manifestações públicas tanto quanto os esquerdopatas vândalos.
    Os “manifestantes” do Brasil não são os mesmos da Suécia.
    A comparação entre as polícias de lá e de cá é ridícula em razão do padrão cultural e educacional completamente divergente.
    Se queremos uma polícia melhor, precisamos ter um povo mais educado e leis com punições rígidas, não esse festival de impunidades esquerdistas.
    Revogar a LEP e ECA seriam um bom começo.

  30. Maria Pereira says:

    Agora que os vândalos tomaram o poder e tarde. Agora e ter muita coragem de ser policial no Brasil. Os policiais são perseguidos no desgoverno do PAC organização criminosa, amigos de ditadores genocidas..

  31. Fabio Maximo Santos Junior says:

    Acho que quando vamos falar de órgãos policiais de vários países , acho que primeiro deveríamos começar com o cidadão de cada pais. Então agora vamos para os políticos , nossa os políticos de lá são honestos , então isso responde alguma coisa?

  32. Maria Pereira says:

    No governo pós regime militar as serpentes iniciaram a conspiração contra o Brasil. Governo JK foi a gastanca e a prova do vandalismo público. No governo Sarney a continuidade da decadência social. Em seu governo tudo começou a ruir a educação. FHC apóia MST. Os planos da NOM – destruir o ensino, a moral e …Quer que desenhe?

  33. Rick P Fonseca says:

    Pergunte ao policial sueco-brasileiro, quantos livros e lê por mês? Qual sua remuneração anual? Quantos confrontos com narcotraficantes portando AR15 pra cima? Pergunta também qual o nível de escolaridade da população com a qual ele lida?
    Enfim são realidades diferentes. Para chegarmos lá, antes de investir em segurança apenas, temos que investir nas escolas públicas, nos professores, na saúde pública e então, investir na segurança e nos policiais!
    Não se consegue segurança, sem investir em educação, saúde e democracia !

  34. Abelardo José de Sant'Anna says:

    É fácil desmenti-la .” ALMANAQUE ABRIL – ANO 2014 – pagina 601 “” título ” protestos refletem a crescente desigualdade ” – Fala sobre a violência da Policia da SUÉCIA; que matou um imigrante de 69 anos a tiros . Isso em maio de 2013,. Agora compare a população da SUÉCIA COM A DO BRASIL . 210 MILHÕES AQUÍ – NA SUÈCIA 9, 6 milhões -( nove milhões e seiscentos mil ) , Como sempre o velho ditado ” VIDA BOA É A DOS OUTROS ” Diz mais : ” ENTRE OS PAÍSES DESENVOLVIDOS , A SUÉCIA FOI OQUE MAIS REGISTROU AUMENTO NA DESIGUALDADE NOS ÚLTIMOS 25 ANOS .

  35. Jackon Jack José de Souza says:

    mas o povo aprendeu a reagir assim nas manifestações por que a policia ja é bruta e provoca …tivemos casos até de policia incitando briga para que ouvesse ação da policia ..policia disfarçada jogando telhas nas pessoas e outros jogando rojões no chão dizendo que tinha caido de dentro da muchila

  36. francisco montenegro says:

    IMPRESSIONANTE!!!
    agora , cabem algumas perguntas.
    1) Qual a escolaridade média do cidadão sueco?
    2) Quantas favelas existem em Estocolmo ?
    3)Qual o comportamento da justiça sueca quando um policial e agredido ou morto?
    4) Quantos milhões de habitantes existem na Suécia?
    5) Qual o poder de fogo das quadrilhas de traficantes suecos?
    7) São comuns guetos controlados por criminosos na Suécia?
    8) Quantos policiais são mortos anualmente na Suécia?
    Quando tiver respostas para essas questões estarei apto a discutir. Entretanto gostaria de sugerir a jornalista Walin ,radicada na Suecia a esfregar os olhos e diferenciar o que é diferente!!!

  37. Robson Oliveira says:

    Enfeitou tanto a polícia sueca para no final dizer que o modelo deles não funciona no Brasil, que bosta de texto. Como se a polícia fosse a culpada pela desordem, como se o policial fosse de outro planeta e quisesse o confronto, oras ele saiu do povo, não é nenhum ET.
    Já está mais do que comprovado que manifestantes provocam o enfrentamento para dar mídia, senão o manifesto é fraco, como eles mesmo dizem. Que matéria ruim.

  38. Catarina Garcia Pinho says:

    Manifestação na Suécia não tem depredação, nem vandalismo…o vandalismo aqui no Brasil é pura ação de desocupados, cujo propósito não é protestar e sim destruir o bem púbico que eles certamente NÃO ajudaram a construir pagando impostos….quem trabalha e paga seus impostos protesta com civilidade. Comparar Brasil com a Suécia deve ter sido uma brincadeira…..

  39. Marcio Joao Prazeres says:

    Protestar é algo diferente de quebra-quebra e desordem generalizada. Até na Suécia se militantes colocarem em risco a integridade do bem publico e das demais pessoas, eles vão ser repreendidos a altura com uma diferença de que lá encontrarão um tribunal que cumpra com seu papel, o de o punir de forma exemplar os transgressores. Aqui certamente saem pela porta da frente.

  40. Xico X. Almeida says:

    Tente fazer uma manifestação na Suécia sem mandar um ofício à Polícia com 36 horas de antecedência. E tente fechar as ruas ao tráfego ou depredar propriedade particular ou pública. Os último que tentaram estão presos até hoje. Por aqui, tem que sentar a borracha mesmo!

  41. Torres Fernando says:

    Na década de 50 , o índice de cáries da península escandinava era
    Superior ao do Brasil…
    Através de políticas públicas de qualidade, de conscientização e tolerância zero à políticos corruptos, analfabetismo funcional e outras mazelas , hoje este índice é zero, enquanto no Brasil a dor de dente rola solta.
    Nos anos 50 os rio Tâmisa era totalmente poluído , e o rio que corta Seul, que não sei o nome, também…
    Hoje é possível pescar em ambos , parques ladeiam o curso d’Água coreano…
    Seriedade e tolerância zero à políticos despreparados, cadeia para os corruptos (crime hediondo), penas mais severas e inflexíveis para traficantes, lobistas , embusteiros, golpistas, etc
    Este é o pacto social : por uma educação de qualidade desde a creche, universal, integral e igualitária…

  42. Aparicio Fontes says:

    Blá, blá, blá. Traga a polícia sueca para o Brasil, mas trata também a cultura e a população sueca. Pois, caso contrário, com as condições de trabalho aqui existente, no primeiro mês aquela polícia vai estar agindo do mesmo modo da polícia brasileira.

  43. Marcos Neves says:

    Bom , nos deveríamos observar que o regime de Governo sueco é Monarquia Parlamentar! E se compararmos todas as Monarquias parlamentares o pilar do chefe de Estado ou Monarca é a educação, isso alongo prazo é o pontapé inicial para qualquer nação.

  44. Ricardo Jose Rabelo says:

    Achei boa a materia, com a jornalista tentando mostrar apenas como eh a coisa, sem procurar puxar sardinha pra algum lado ou partido (como eh tipico aqui no Brasil). Tbem achei certo o bom senso dela nao achar q aquilo eh receita de bolo, mas sim praticas q podem ser pensadas e adaptadas a nossa realidade. Por outro lado, e justamente pelas radicais diferencas de realidade, nao acho q algumas daquelas coisas funcionariam bem aqui, embora tudo possa fazer parte de um processo maior, gradual. Tz o unico q que eu faca na materia eh ela nao ter comentado sobre o grau de instrucao e “civilidade” tipica de um sueco e a ciencia q ele tem tbem das leis, dos seus direitos e deveres. Coisa de “berço”, q aqui perdemos.

  45. Bismarck Frota de Xerez says:

    É INUTIL COMPARAR UM POVO HOMOGENEO COM OUTRO MESTIÇO. É INUTL COMPARAR UM PROCESSO HISTÓRICO ESCRAVOCRATA COM OUTRO PROCESSO HISTORICO CRIADO , CONDUZIDO POR PESSOAS LIVRES. INUTIL COMPARAR UM POVO QUE TEM IDENTIDADE E MEMÓRIA HISTÓRICA COM OUTRO SEM MEMÓRIA HISTORICA E SEM IDENTIDADE.

  46. Jefferson Machado de Amarante says:

    Comparar Suécia com o Brasil, fala sério, eles estão 900 anos a nossa frente, protestar pelo aumento da passagem de ônibus, e não protestar contra essa quadrilha chamada PT que está destruindo todos os valores morais de nossa sociedade, invertendo valores, dando razão a bandidagem!

  47. Vital Farias says:

    Reclamanos da policia, do governo, das instituições, do sistema…mas o grande problema somos nós cidadãos. Somos corruptos e coniventes, nos indignamos quando algo nos prejudica, mas conrropemos pessoas para nos beneficiar. Se algum de nós for pego no bafômetro e tivermos que pagar uma multa de R$ 2.000,00 e ir preso e o agente público pedir R$ 500,00 para livrar-nos da situação, o que vc faria?

  48. Paulo Roberto says:

    Se o Brasil não mudar como nação a sua polícia vai continuar à sua sombra e semelhança. Querer um modelo de polícia sueca em um país desgraçado e governado por filhas da puta só pode ser brincadeira. A política de um país determina os rumos da nação e do modelo de polícia que espera. Mude a política e você muda a polícia. O resto é conversa fiada. Um abraço a todos.

  49. Valeria Rieffel de Oliveira says:

    Que decepção! Comentários negativos, as pessoas não acreditam que pode haver mudanças e para melhor! Será que gostam do jeito que é, que está… Não sei. Ótima reportagem, que sirva de incentivo principalmente para as pessoas de pouca fé. Cada um de nós é o Brasil. A responsabilidade é de todos.

  50. Vera Burck says:

    A nova ordem cultural deste país, tipo qunto mais ignorantes melhor, quanto menos amor próprio melhor, quanto menos auto estima melhor, está surtindo um efeito maravilhoso e este governo comunista deve estar muito satisfeito pq é isso mesmo que eles querem. Um povo que não acredite em si mesmo e que se torne subserviente do estado e assim, um povo manobrável. É isso que mostra os comentários.
    Lamentável!

  51. Denis Lima says:

    Um mundo de fantasia. É notório a grande diferença cultural e educacional. Os responsáveis por esses setores, na maioria a cúpula política, não estão preocupados com isso e nem se esforçaram para buscar uma mudança afinco. Fazem apenas uma maquiagem externa de seus trabalhos com o intuito de desviar recursos do governo para sua conta particular. Esse é meu pensamento.

  52. Regio Vieira Dos Santos says:

    Esse policial brasileiro ele faz criticas sem saber a realidade de cada Estado, generalizando as PM. Inteligente a pergunta da repórter que transcrevo abaixo, de onde se pode analisar que a toda a doutrina policial sueca é uma fantasia para se aplicar no Brasil: “O modelo sueco funcionaria no Brasil?
    “O negócio é o seguinte: algo tem que ser feito. Da forma como está, não funciona.
    Acho que o Brasil deveria olhar para fora e ver o que está sendo feito em outros países. Não sei se as soluções suecas funcionariam, mas acho que o modelo sueco tem muito a contribuir para o desenvolvimento das táticas usadas no policiamento de manifestações no Brasil. É preciso caçar pérolas.”

  53. Di Mello says:

    Falam da policia como se o povo brasileiro, em sua minoria, “muito bem educado” usasse os atos de manifestação como demonstração de insatisfação, depredam os patrimônios e imoralizam tudo.
    Hipocrisia querer uma polícia educada e “civilizada” num país de de parvos.

  54. Henrique Cardoso says:

    …claro que é possível…basta a sociedade conhecer seus direitos e cumprir seu dever de cidadania…algumas analogias somente podem ser consideradas se a equivalência for a base da análise….a mera comparação somente alimenta a insatisfação da incapacidade de reconhecer a sociedade da qual participa. Penso assim.

  55. Alan Guimarães says:

    Eu fui três anos do Batalhão de Choque, todas as operações que participei sempre íamos com o espírito desarmado, já passei sete horas em pé na Almirante Barroso (principal via de Belém) acompanhando manifestantes que fecharam a via, os motoristas buzinavam, falavam pra baixar a “porrada”, mas nada visemos, sempre negociei primeiro, tanto quem nem eu é nenhum policial sob meu comando respondeu qualquer processo.
    Agora na hora quando começam a destruir patrimônio público e privado, agredir fisicamente os policiais e a imprensa o tratamento deve ser outro, se não for pra ser assim a Polícia nem tem que acompanhar nada!

  56. Davidson De Mattos says:

    O que mais me assustou aqui nem foi a enorme diferença entre as sociedades e, consequentemente, suas polícias, mas a verve idiota de muitos reacionários que aqui se manifestaram.
    Tem horas que quase desejo que esses cretinos vivam sob um regime ditatorial, só pra sentirem nas próprias carnes o que vivem apregoando…

  57. Angela Alem says:

    Davidson De Mattos, eles precisam viver em um país sob regime ditatorial sim…, mas onde NÃO SEJAM ELES OS DITADORES…, como eles desejam transformar o Brasil. Do contrário continuarão com ainda maiores Mordomias e tendo o povo como SEUS ESCRAVOS. São ELES que precisam sentir o que é SER ESCRAVO !!!

  58. Marcelo Lima says:

    Um monte de comentários dizendo que os brasileiros são bárbaros, parvos, vândalos, mal educados, manifestantes vagabundos, etc. Vocês autores destes comentários se consideram tudo isso? Seu familiares e amigos também são? Deixem de falar m****! Vocês falam mal dos brasileiros como se não fossem brasileiros! Pra chegar aqui e assumir um desses adjetivos como sendo seu ninguém quer, mas generalizar sobre todo o resto do povo brasileiro é muito fácil. Peguem essa “síndrome de cachorro rabugento” de vocês e se mudem do país. Vão para um lugar que comporte gente de nível de consciência tão alto quanto o que vocês pensam que têm!

  59. Alexandre Zip says:

    Quem sabe quando os passarem 1500 anos que nos separam, tivermos as guerras que tiveram, derramarmos o sangue que derramaram para chegar onde estão, nossa sociedade será parecida. O problema é que eles já estarão discutindo teletransporte e viagens transdimensionais enquanto estaremos discutindo os problemas que eles têm atualmente e continuaremos apontando para a Suécia!
    Pílulas de felicidade? Quem sabe isso não resolve?
    Sem dúvida, temos que chegar em uma sociedade mais justa, mas fechar os olhos às distinções entre nossas sociedades…
    Está lembrando as contemplações marxistas do século passado, parecendo que basta seguir o exemplo.
    Francamente…

    • Gus de Barros says:

      A matéria não está comparando, está informando q há outras possibilidades que o uso de violência pura e indiscriminada. Acho q há coisas boas na Suécia q podem ser aplicadas no Brasil, como por exemplo o aumento do diálogo e a proporcionalidade na ação policial. Acho que funciona, de certa forma, independentemente de país.

  60. Jorge R. Santos says:

    Policia no Brasil esbarra na legislação , tudo é a favor do delinquente , lógico como todas as profissões tem os bons profissionais e os maus profissionais. Na minha opinião vivemos em um país aonde as leis são falhas, não temos cultura nenhuma, somos maus educados , intolerantes .. etc….

  61. Wilson Junior says:

    São culturas diferentes. Mas os brasileiros poderiam aprender muito com os policiais suecos. Principalmente a doutrina de não escalar conflitos, prender na ocasião mais propício, uso proporcional da força.

  62. Stanley Oliveira says:

    Enquanto houver petistas , comunistas e black blocs jamais,teremos policia sueca.. As manifestações pelo impeachment da Dilma realizadas em SP teve o perfeito acompanhamento da policia de Sao Paulo, que foi aplaudida .

    • Tonitrus Onça says:

      a manifestação contra a dilma é uma marcha montada tal como foi um dia aquela elite burguesa, corrupta, profundamente alienada e burra pedindo o golpe militar de 64. Claro que essa turma mimada iria ter franco apoio de uma mídia partidária, tal como também teve na passeata picnique dos playboyzinhos. Teve até trouxa que gastou mais de 100 reais em kit protesto! Tenta discutir política séria com os otários curtidores do Retardados Online, é de dar pena, só sabem repetir a demagogia que a televisão adestra a mente deles, eles tem menos conhecimento que um aluno da quinta série do ensino básico da escola pública! Sem dúvida que o comércio as custas desses ignorantes vai ter foco, apoio e aval de uma estrutura que apenas parece protesto, mas é puro desfile de uma classe méRdia recalcada.

    • Rafael S. L. de Medeiros says:

      Prezada, o quantitativo é de menor importância. É que além de o Poder Público ter número suficiente de servidor para a prestação regular do serviço, não toda população de um estado que vai às ruas.
      Ademais bom observar que a polícia deve prestar um serviço qualificado, sendo ela própria qualificada, por imperativo constitucional e seus princípios administrativos, o que é levado a efeito através de técnicas e instrumentos adequados.
      Dito isso, por efeito, haverá a eficaz prestação do serviço público de segurança, pois observada a proporcionalidade, e a razoabilidade que são extraídas da legalidade que determina a pratica de atos da Polícia.

  63. Lucileni Del Cali says:

    Então, né… Ñ conheço a Suécia, nem conheço os suecos. Mas conheço os brasileiros! Muito fácil criticar a “polícia malvada”! Alguém viu a polícia agir com agressividade em manifestações pacíficas?? Como a polícia sueca atuaria nas ações dos black blocs?? Lá há necessidade de fazerem reintegração de posse?? Lá existem vários “grupos políticos” querendo, cada um defender sua ideologia e tentando impedir a manifestação do outro?? Lá a corrupção é tratada com a condescendência que é tradada aqui?? Lá os interesses de poder são os mesmos?? Como comparar o incomparável! Aqui, na minha opinião, a polícia é apenas o reflexo do povo, do país! Para melhorar a polícia é “só” melhorar o povo!

    • Gus de Barros says:

      Concordo que temos que melhorar as condições de vida do povo. Na Suécia há vandalismo, hooliganismo, terrorismo, facções políticas extremistas de esquerda e de direita e inclusive os Black Blocks, que são originários da Alemanha. O artigo não é uma crítica à polícia do Brasil, é uma dica sobre uma possibilidade que pode ser aplicada. Acho q da forma como está, não dá 😉

  64. Adriano Menezes says:

    Cara Claudia Wallin, aplicar conceitos de “diálogo, facilitação, conhecimento e diferenciação” e o “Princípio da Proporcionalidade” em cidadãos nórdico-europeus dotados de uma educação e cultura diferenciadas configura-se numa realidade totalmente distinta da brasileira. Difícil compreender que a questão a ser abordada não são as diferentes táticas das polícias brasileira/sueca e sim o contexto social de ambos os países?! Inclusive, tendo em vista os protestos de junho/2013 no Brasil, não vi atuação policial muito diferente do apregoado em seu texto. Apenas a (re)ação dos cidadãos tupiniquins destoa “levemente” da dos suecos, não concorda?

  65. Socrates De Souza Consentino says:

    Numa sociedade pacífica e ordeira, a polícia é perfeitamente – e desejosamente – dispensável. Mas em primeiro lugar, a sociedade deve ser pacifica e ordeira. Para um povo predominantemenre desordeiro e litigioso, nos dias atuais -ainda mais com a explosao demografica e o avizinhamento da crise e da escassez, nem polícia está senfo suficiente. Vai precisar de algo mais forte que Polícia. Algo como uma superpolicia de guerra para o Brasil. Infelizmente. Fico feliz pela Suecia!

  66. Wendy Travassos says:

    tenho certeza que a polícia suéca não vai bater em ninguém.. porque o povo de lá tem muito mais respeito ao patrimônio alheio… agora aqui no Brasil, os policiais não batem quem é pacífico… somente aqueles que fazem arruaças , mas se vc estiver no meio desses logicamente vai acabar entrando na roda

    • Lionay Dias says:

      Desculpa mas não é assim , não . Já estive em protestos do rio e em Belém e estava apenas cobrindo o evento , tirando fotos , etc e mesmo assim a polícia é BEM agressiva e não quer nem saber , quem tá ali pra eles é marginal e eles batem MESMO . Nem câmeras tem intimidado eles pois saem sem identificação ( o que é crime ! ) mas quem liga? Gente como você continua insinuando que o errado é o povo protestar … Uma vergonha

    • Wendy Travassos says:

      Desculpe…. eu não disse que é errado protestar.. não coloquei isso na minha postagem…. estou comentando sobre a polícia…. até acho que e não continue a escrever… tem aquela polícia que mesmo sendo um protesto pacífico bate nos manifestantes… acho que o povo tem que protestar … sair a rua … mas não quebrando o que é dos outros…

  67. Javier Fabian Calderon says:

    Leis feita por corrupto a favor da corrupção presisa se proteger con a PM aqui e trinado p cuidar de ricos corruptos,políticos corruptos ,juízes corruptos, e cualquer outro tipo de corrupto …..manifestações aqui son partidárias não sao da sociedade civil …

  68. Tony De Medeiros says:

    A maior diferença, não está nas diferenças entre as polícias. E sim na cultura e na educação de cada país. País com cultura e educação o povo respeita a polícia e o estado valoriza, país sem cultura e educação o povo desrespeita a polícia e o governo desvaloriza.

  69. Vera Lucia Veloso says:

    Se na Suécia houver vandalismos , são vandalismo e os vândalos são tratados como tal e a polícia pode intervir de maneira segura para o povo de bem e para os próprios policiais. Aqui se pratica vandalismo, se coloca o nome de protesto e a polícia não pode interferir.

  70. Rafael Calzada says:

    Um grande paço seria o fim da polícia militar, um resquício do governo militar! PM protege o Estado e suas instituições. Polícia Civil protege os cidadãos!
    E claro, precisamos de leis mais duras e punições reais para brancos, ricos e esclarecidos (não só para pretos e pobres)!

  71. Carlos Aldi Silva Aldi says:

    O que falta a este setor de serventuários do estado é saberem que eles não são os maiorais como pensam. E leis que os julguem,na justiça comum,como qualquer cidadão comum que infrinja as leis. É só observar como são feitas as blitzs por parte destes serventuários,cognominado de PM,Civil,etc, e sentirão a falta de educação por parte deles. Por outro lado,não sei se na Suécia, é permitido o porte de armas por policiais,fora do serviço,como acontece aqui no Brasil.Tem muitos que dormem com o revólver(antigamente),a pistola(atualmente)na cintura.

  72. Yolanda Vianna says:

    tudo muito bonito, mas a realidade social é outra nos dois países. Aqui, nas manifestaçoes tem os infiltrados que vao prontos pra matar policial, pra quebrar, roubar e , agredir jornalista, fazer baderna e desacreditar o movimento de protesto. E enquanto a policia de lá é super equipada, aqui, os policiais nao contam nem com um basico colete a prova de bala.

  73. wener de mello says:

    Vamos começar do principio, o Brasil é terra sem lei….bem diferente da Suécia, o Brasil não investe em educação…. Brasileiro nao cumpre seus diretos veres de cidadão que é respeitar a constituição nacional….essa cidadão Suécia trabalhou numa policia antiga com modos antigos….vem pro Brasil e faz um estagio de aperfeiçoamento na PMESP que você vera que escreveu muitas besteiras….sinceramente vc não entende nada de policia pois se entendesse saberia que como a policia brasileira trabalha……alias vc podia tentar mostrar ou ensinar os criminosos brasileiros se Comportar como os da Suécia… A assim seria bem mais comodo e fácil trabalhar no Brasil….agora tudo que vc propôs sobre manifestação a policia já faz…..e vc não sabe disso??? Então não abre sua boca pra falar merda….vem pra são Paulo e tenta colocar seus ensinamentos suecos nesso povo o revoltado com a politica….coloca a farda e vamos trabalhar , assim vc vera qual a realidade das coisas…. Falar mal é fácil difícil e vim aqui e mostrar outo meio eficiente….

  74. Binho Vianna says:

    As mesmas pessoas que apoiam a nossa polícia brutal, são as mesmas pessoas que querem impeachment ou golpe mas sem ir na rua exigir pois tem medo de apanhar da polícia a serviço da situação. Preferem se tornarem pessoas amargas na Internet, na esperança que os tolos vão às ruas fazer o que ele não faz…

  75. Paulo Sergio Dos Santos says:

    Não da pra comparar o Brasil com a Suécia , a polícia daqui e a de lá, o povo daqui e o povo de lá, a educação daqui e a educação de lá, o governo daqui e o governo de lá, seria como comparar o céu e o inferno , são dois mundo que existem mas não tem nada a ver como outro. Na Suécia quando morre um policial é algo que horrível e comove a nação e os governantes. Aqui todas as noites morrem policiais no Brasil e o governo nem presta uma honra adequada aos mortos em combate, mas se morrer bandido todos se levantam e se comovem. Estamos aqui no Brasil e sabemos como a banda toca por aqui.rsrsrs

  76. Alex Souza says:

    Sou policial no Brasil. Existe a possibilidade de ser policial na Suécia? Mera curiosidade, ficarei muito grato caso alguém possa responder! Não achei nada pela web q falasse sobre tal assunto…

  77. Mauricio says:

    A Europa toda é do tamanho do estado de Amazonas. Naquele continente existem dezenas de países. Cada um com seus sistemas definidos. Com uma moeda comum (euro) que também apresenta problemas de convivência como se viu com a Grécia que devido a uma má gestão politico-economica trouxe enorme risco ao euro e à Europa. Os países que compõem o continente são do tamanho de alguns pequenos estados do Brasil e ainda existem alguns do tamanho de cidades brasileiras. Educar a população da Suécia é infinitamente mais fácil que uniformizar a educação no nosso Brasil. Lá, uma cultura de mil anos baseada numa genética quase sem misturas e aqui um país totalmente aberto para o mundo onde culturas se misturam dando um resultado que pode ser visto como algo maravilhoso, ou não. Depende do estudo que se pretende realizar. Lá o sistema político é monarquia onde a população tem uma referência de autoridade que não se muda a cada eleição como nos países presidencialistas divididos em partidos, sendo estes quase todos formados por uma casta de usurpadores. O modelo sueco funciona bem na Suécia. Para termos uma relação civilizada aqui no Brasil entre as polícias e a população o ALVO tem que ser outro. Combater a impunidade e prender os corruptos que brotam no chão deste país chamado Brasil. Como dizem os nossos pais, o exemplo tem que vir de cima.

  78. Romerito Aquino says:

    A primeira discussão aqui seria o ensino do português! Vão escrever e se expressar mal assim lá depois da Suécia! A segunda discussão também é da base da educação. O povo da Suécia, como os da Dinamarca, da Noruega e de outros paises têm os IDHs (Índices de Desenvolvimento Humanos) mais elevados do mundo e bem mais superiores do que o do povo brasileiro. Portanto, a necessidade da presença do Estado para regular e manter a organização de sua população, como é o caso da segurança pública, é bem distinta entre os dois casos. Assim, não se pode ter a mesma coisa para dois niveis de civilidade. A discussão mais interessante seria lutarmos no que for possível para elevar o IDH do Brasil, o que só e possível aumentando sua renda, melhorando sua educação e ampliando sua longevidade…

  79. Angela Maria Liuti says:

    Sr Romero Aquino, os suecos pagam, 60% de seus ganhos em impostos revertidos em bem estar social – e por falar em escrever mal o português, o sr tb deixou a desejar. “O povo da Suécia, como os da Dinamarca, da Noruega e de outros paises têm os IDHs (Índices de Desenvolvimento Humanos) mais elevados do mundo e bem mais superiores do que o do povo brasileiro”.

  80. Gus de Barros says:

    Estupro no Brasil só é caracterisado se a mulher lutar contra o agressor, ou seja se a mulher fizer algum tipo de resitência física contra. Na Suécia basta q a mulher diga “não” q já está caracterisado o estupro, então, é óbvio que, estatisticamente, na Suécia há mais estupros que na maioria dos países do mundo.

  81. João Guilherme says:

    Querendo ou não a sociedade procura se espelhar nas suas autoridades, mas quando essa sociedade faz isso o que ela ver nas nossas autoridades é corrupção, falcatruas, o uso indevido do dinheiro público, os mais fracos de espirito vão para esse lado, agora os quem têm uma base familiar sólida e uma boa orientação, rejeitam essas coisas erradas que estamos vendo nos procedimentos das nossas autoridades. Eu acho que o Brasil nunca esteve num senário complicado de uma degradação moral dos seus costumes, como estamos vendo nesse período de governo do partido dos trabalhadores (PT). Só espero que a solução não seja o retorno dos militares, agora uma coisa é certa, se continuar essa pouca vergonha, então que voltem os militares para colocar a casa em ordem outra vez, como colocaram em 1964, que livrou o Brasil de se tornar um país comunista como eles estão tentando agora outra vez, na pessoa do Lula e da Dilma!!

  82. Alkinoos Viktor says:

    Pq vcs nao dizem como são oa cidadãos la ao invés da polícia. Poe a polícia sueca pra subir morro e noutro dia estão todos no cemitério. Querem comparar polícias sem comparar a escala de violência e o armamento que bandidos usam aqui. Isso é PURA FALACIA

  83. Maria Das Graças Duarte says:

    Sou policial
    Hoje estou aposentada, fiz pedagogia, tenho orgulho de ser policial na familia somos 3 irmãos todos pertencem a policia, e durante a nossa vida, começamos em casa com nossos pais aprender a respeitar, na escola com os nossos professores, descobrimos as letras, os beneficios do respeito e a responsabilidade que dos cargos publicos. Descobrimos qual profissão queriamos, e nos dedicamos com orgulho e prazer, sábiamos os riscos que iriamos correr não recuamos pois nos foi ensinado e muito bem pelos nossos professores,nos ensinaram tão bem que apesar de portarmos armas, respeitamos nossos superiores, e muitas vezes nos arriscamos,sabemos até que podemos perder a vida, mesmo assim amamos o que fazemos. Quanto a insatisfação com os partidos do poder,não misturem, são pessoas que tiveram professores, famílias etc. E ainda receberam a confiança dos que votaram neles, o que eles ganharam foi poder que gera dinheirou, ambiçao, esquecimento dos bons projetos e uma cascata de favores,. Nosso brasil é único, vamos cuidar melhor nossas crianças, de nossa história., valorizar nossos costumes, AGRADECER A DEUS POR TODOS NOS TERMOS A ESPERANÇA DE UM PAIS MELHOR.,VAMOS valorizar nossos professore e melhorar nossas escola. Um abraço para todos nos,somos brasileiros’eu sou pó eu sou chão eu sou poeira, nasci neste torrão eu sou da raça brasileira’. Eu sou nordestina alagoana, moro no sul com muito prazer, sou Brasilera…..

  84. Wagner de Jesus says:

    Comparar Brasil com Suécia? O povo aqui é mal educado e a maioria gosta da coisa errada, outra coisa é o aparato e as condições da polícia brasileira que são péssimas! Querem uma polícia de primeiro mundo em um país de terceira e só!

  85. Vera Bohmer says:

    TEMOS QUE ANALISAR QUE: A EUROPA É VELHA O BRASIL FAZ PARTE DO MUNDO SOMENTE Á 200 ANOS,O RESTO ERA COLONIA PURA. OBVIAMENTE QUE ESTES PAÍSES(NANICOS) A COISA FUNCIONA POIS TEM UMA POPULAÇÃO MENOR QUE A GRANDE SÃO PAULO. ANALISAR UMA NOTICIA TEM DE TER NO MINÍMO A PROPORCIONALIDADE DEMOGRAFICA E EXTENSÃO, AI SIM PODEMOS CRITICAR E DAR TALVEZ SOLUÇÕES.

  86. sonia beatriz de sousa says:

    Muito bom saber como age a polícia em outros países, principamente quando essa polícia é exemplo. Nao tem comparação a sociedade brasileira com a sueca por vários motivos, mas existe sim uma polícia muito melhor que a nossa e isso pode ser um ideal que devemos procurar.

  87. Júlia Salgado says:

    Tudo isso e parte da cartilha comunista. Desmoralizar a policia e implantar a policia nacional, que Dilma citou no discurso dela, depois ficamos como na Venezuela, onde essa pokicia nacional atira e mata os nanifestantes contra o comunismo, que estao passando fome no pais. Chega de idiotice! Nossos policiais nao recebem um salario digno e deveriam comecar por ai, juntamente com treinamento melhor, melhores equipamentos e maior efetivo.

  88. Taciano Bagatoli says:

    Pois é, não devemos comparar as Polícias e sim o país no seu todo, devemos comparar a política, principalmente os políticos, só neste caso já vemos a enorme diferença, onde os ganhos, as mordomias de ambos são enormente distorcidas, Suécia com ganho mísero igualando ao do povo, enquanto que aqui no Brasil os ganhos de todos os políticos são igualitários a reis, praticamente centenas de reinados, e, por outro lado, na Suécia uma população pequena comparada a nossa, porém a educação lá é uniforme e educada, enquanto que aqui com diferença de classes e com uma educação sem comparação. Não podemos generalizar atividades das polícias, pois enquanto que fazem seu papel, sua missão de defender o povo e manter os poderes constituídos, por outro lado, existem missões árduas da Polícia, em que há confronto com o povo com infiltrações de vândalos e marginais, onde o uso da força é necessária e é claro que neste confronto vítimas acontecem.

  89. Coralia Langoni says:

    Comparar as manifestações lá com o quebra- quebra do Brasil é até engraçado. O povo lá tem cultura e educação.Respeito é uma via de mão dupla. A grande maioria das pessoas têm teorias maravilhosas até o momento que seus patrimônios são depredados. Aí gritam que a polícia é incompetente e omissa

  90. Flávio Prieto da Silva says:

    Promove quebra-quebra em Estocolmo pra ver se não é preso com todo o rigor da força policial. Tenta queimar um ônibus público pra ver se deixam barato. Joga pedra em políiciais agindo para manutenção da ordem pra ver o tamanho da pena e o valor da fiança, se houver. Pula a roleta no metrô.

  91. Marília Levacov says:

    Political Correctness is the handmaid of Terror. A Suécia é um país onde o terrorismo islâmico tem mão livro. Em Malmo a cidade já lhes pertence. Os muçulmanos são responsáveis pela maior epidemia de estupros na história da Suécia, antes um país que era um exemplo de liberdade sexual.
    Pressionada por seu índice demográfico negativo, mais alto que a maioria dos países da Europa, tem um governo de centro-esquerda absolutamente conivente e muito burro.
    http://www.aina.org/news/20150214224419.htm

  92. Francisco Albuquerque says:

    Esse livro da jornalista brasileira Claudia Varejão Wallin, casada com um cidadão sueco e moradora em Estocolmo, devia ser leitura obrigatória para políticos e eleitores brasileiros! Estou lendo essa obra com calma. sorvendo lentamente cada capítulo… Parabéns Cláudia! Estás prestando um grande serviço para o Brasil!

  93. Otávio Augusto Freitas says:

    Contenção sueca para manifestações à brasileira… Muito boa ideia… Expliquem como garantiram a vida de Olof Palme e impediram o assassinato da ministra Anna Lindh a facadas em Estocolmo… Texto ideológico, mas não logico… Afinal, se Einstein afirmou que não se podia esperar resultados diferentes fazendo a mesma coisa, também não se espere resultado igual agindo de forma igual sobre coisas absolutamente distintas. Polícia muito competente…quando o pau canta, atira e mata… Depois em termos normais, para o padrão sueco, fica arrotando superioridade… O mesmo país pacífico que vende armas ao Brasil…bom para quem gosta de hipocrisia.

  94. Leonardo Gama Campos says:

    Para contribuir com a ampliação da consciência queria lembrar aos senhores que esse exemplar tão evoluído da raça humana A(suécia) é um dos países que passaram séculos estuprando os recursos naturais e humanos de países europeus e latinos e até hoje possuem suas transacionais em solos dos povos “bárbaros” da África e América latina. Pessoas que possuem a capacidade de tratarem seus pares com humanidade mas destroem semelhantes de outros cantos do mundo com um grau de monstruosidade colossal.

  95. Davilson Pinheiro says:

    É uma idiotice sem precedentes uma comparação dessas!!! Quer dizer que quando a polícia é atacada lá, eles oferecem a outra face?!!! Quando começam a quebrar e saquear estabelecimentos comerciais eles ficam só olhando?!! O Brasil tem a polícia que merece, a polícia aki é muito boazinha pra população de bárbaros que existe aqui.

  96. Leia Guimarães says:

    Só que lá é um país de povo evoluido e rico. No Brasil infelizmente o povo é bestial e a polícia tem que agir como tal. Nossas leis penais são fracas. Como enfrentar bandidos (quem faz quebradeira é )sem armas e força bruta. Me desculpe mas comprar Brasil com países pequenos e ricos está fora do contesto.

  97. Celso de Medeiros says:

    O Mutt o povo brasileiro é a polícia . Esse é o espelho de uma sociedade sem educação que se corrompe por qualquer níquel , que mata porque levou um esbarrada. Que trai mãe e pai por dinheiro e quer sempre ganhar não sabe perder . Que reclama de segurança e vai na boca de fumo comprar um baseado e um pó para dar uma narigada só de onda pra curtir . Com isso o tráfico se fortalece fica rico e toma conta do Brasil . Povo que malha os políticos para ver se toma o lugar deles pra fazer a mesma coisa . Você quer comparar esse povo com o povo Sueco. Acho muita pretensão.

  98. Jose Vieira Irmao says:

    A polícia brasileira tem uma formação prepotente, via geral, não respeita o cidadão, mas…., gostaria de ver o comportamento da polícia sueca lidando com esses marginais brasileiros, destruído tudo que vê pela frente, sejam bens públicos ou privados, tipo black blocks e outros bandidos que hoje são tão comuns nas ditas manifestações, pelo Brasil afora! Lidar com suecos é tranquilo!

  99. Luiz Francisco Souza says:

    Eu acredito na mudança de educação da policia juntamente com a mudança de educação do povo, mas principalmente para começar esse processo a “”mudança na “educacão” dos nossos politicos e governantes””.
    Não dá pra começar a construção da casa pelo teto…

  100. Biana Penelva says:

    Realmente não se pode esperar atitudes suecas nos policiais aqui do Brasil que a maior parte já traz consigo o ódio e a ordem de atacarem com força desproporcional a sociedade que quer exercer seu direito constitucional de se manifestar pacificamente. Aqui não pode logo aparece a turma que vem para instalar o caos e em seguida a ordem superior para atacar os Pacíficos manifestantes. Ser e ter educação sueca é fácil difícil é esperar isso aqui no Brasil.

    • Roseli Senoni says:

      Participar pacificamente ? ??? Acho que vc não tá entendendo porque nossos heróis policiais agem em algumas manifestações com repressão. Elas não são nada pacíficas, tem por objetivo destruir o patrimônio público e privado, depedrando tudo que encontram pela frente. A obrigação do policial herói é impedir que isso aconteça e se acontecer reprimir com autoridade sob pena de ser considerado omisso em suas funções. Já participei nos últimos meses de muitas, mas muitas mesmo, manifestações completamente pacíficas , essas sim sem depredação do patrimônio público ou privado e sem um único ato de violência dos policiais. Portanto não venha criticar os nossos policiais que cumprem o seu dever de ofício contra vândalos e bandidos disfarçados de manifestantes. Ok ?

  101. Sergio Arruda says:

    Como se vê, lições e exemplos não faltam para orientar nossas polícias. Parece que falta comandantes que saibam ler e entender o que leem. Sem isso de nada adianta lhes mostrar livros, matérias com essa…

  102. David Stalin says:

    Esqueceu de falar que o Brasil não é Suécia. E que aqui não existe P unidade, por tanto, a Polícia brasileira diante das atrocidades cometidas por Bandiddos protegidos por ONGS FANTASMA, so tem uma saída, é a Truculência mesmo..

  103. Marcus Caldas says:

    Só que na Suécia a população respeita as leis e as autoridades. Não tem vagabundos, criminosos, Black Block, esquerdopatas e aproveitadores. A polícia da Suécia não teria a mi imã chance frente a uma operação de garantia da ordem no Brasil. Quem crítica à polícia sugiro que vá na linha de frente levando pedradas, foguetes, ampolas de ácido, coquetel molotov para ver que discurso demagógico não condiz com a realidade. Força e honra.

    • Nilson says:

      Não deixaram essa polícia meu caro. Deixaram essa fórmula ultrapassada, cruel e injusta de fazer políticas públicas, distribuição de renda e o tratamento com as camadas sociais que mais precisam da intervenção do setor público. A Polícia, é uma as unicas Instituiçoes que se desdobra para manter na linha a desajustada ordem pública.

  104. Jose Lyra says:

    É mais uma ridícula confusão entre causa e efeito. Toda polícia reflete a sociedade em que está inserida. A mudança social só é possível a partir da base. Tem que começar no planejamento familiar das famílias de baixa renda e numa educação básica pública decente, que se inicie na creche. E tem que cuidar da saúde, da alimentação e da segurança das crianças.

  105. Taciano Bagatoli says:

    Com certeza, lá, onde um povo é educado e os políticos – OS POLÍTICOS – deputados e senadores, ganham pouco e tem como mordomia, uma pequena quitinete para morar, incluindo uma cozinha e uma lavanderia comunitária entre os políticos, pois não tem as mordomias que os políticos brasileiros e muito menos auxílio moradia ou qualquer outra verba auxiliar. isto é, eles tem as mesmas regalias que o povo.

    • Ariane Leitão says:

      Caro o estado não é formado só de políticos. Lembre- se de juízes,promotores, esses com mordomias vitalícias pois não são escolhidos pelo povo. Culpar os político de tudo é esquecer que votamos nos nossos representantes e portanto temos responsabilidade. Resumir o problema do Brasil aos políticos é no mínimo desconhecimento e comodismo. Bem comum no Brasil.

  106. Jose Airton Parente says:

    o nosso país para chegar a este estágio Suécia. Suíça considerado um dos países mais avançados culturalmente, precisamos em primeiro lugar uma educação de excelência, para alcançarmos os níveis de cultura destes países.

  107. Paulo Oliveira says:

    Hoje, voltando pra casa, tive muita vontade de tacar o carro em cima de outro carro, um renault, onde dois marmanjos comiam salgadinho e sorvete jogando os papeis e sacos pela janela. Na Suecia fazem isso, alem de pagar mal e treinar mal a policia pra um confronto com gente muito melhor armada e com bem menos a perder?

  108. Paulo Roberto Dias Meixner says:

    Sou homem bem informado, tenho tempo e disposição para acompanhar os acontecimentos. Não tenho visto nenhuma brutalidade das autoridades contra as manifestações no Brasil, até bem pelo contrário, tenho visto muito cuidado até excessivo e até mesmo leniência com os vândalos infiltrados pagos pelos partidos de esquerda, do PSOL, p. ex., mas, diga-se, este não é o único partido a usar deste expediente, vândalos que são pagos para promover depredações e destruição nas cidades, principalmente em São Paulo, para com isso inibir as livres, justas e necessárias manifestações populares.

    • Gerson says:

      Sr. Paulo. Eu acho que voce vive na Suécia. Se voce é tão “bem informado” assistindo à globo, lendo veja e folha, acho bom mudar suas fontes de notícias. Uma boa é o youtube. Lá as pessoas postam vídeos reais das manifestações sem editar e sem cortes. Lembre-se que quando fizeram as manifestações de 2013, a globo chamavam as pessoas de vândalos e depois de sofrer duras críticas, os chamavam de manifestantes. E a luta continua Companheiro!!!

      • Paulo Pinheiro says:

        Não, Gerson. Só você lê notícias de sites confiabilíssimos como o Brasil247 e o Cafezinho. Você é descolado. Você é informado. E qualquer um que discordar de você não passa de um desinformado. Você é da esquerda e – portanto – detém o monopólio da virtude. O mundo deveria se espelhar em você, baluarte da perfeição!

    • Mauro says:

      Então você deveria tê-los feito gargalhar, dando a informação correta, pois aqui são muito mais que duas polícias, conta aí? militar, civil, federal, rodoviária federal, ferroviária federal, polícia do congresso, polícia do exército, polícia da aeronáutica, guardas municipais. Fora a milícia…

  109. JORGE says:

    A realidade culural, finaceira, juridica etc da Suecia é uma coisa, e a do Brasil é bem outra. Não da pra querer comparar o povo sueco com o povo brasileiro né? A começar pelo nosso próprio STF. Precisa dizer mais alguma coisa???

  110. JF Azevedo says:

    Sou Policial Rodoviário Federal e muito do que foi falado pelo policial sueco tupiniquim é aplicado pela PRF, inclusive com mais meios e recursos, como o uso de taser, rádios digitais individuais e câmeras… No Curso de Formação existem matérias específicas e extensas como Direitos Humanos, Uso Diferenciado da Força, Filosofia e etc. Os policiais ingressam somente com Nível Superior e os concursos estão cada vez mais voltados para a área jurídica.
    Tudo bem que esse efetivo da PRF é muito pequeno, não chegando a impactar positivamente a imagem da Segurança Pública brasileira como um todo, mas não se pode ignorar que no Brasil temos polícias sim que estão evoluindo para um padrão de excelência de primeiro mundo.
    Mas criticar a Policia Militar é fácil, tem que se fazer a seguinte reflexão:
    Será que manifestantes na Suécia levam soco inglês, facas, bombas e bolas de gude pra manifestar??
    Ai vc pensa, Bola de Gude? Pra que bola de gude??
    Pra derrubar os cavalos da PM e, por derrubar, entenda-se quebrar as pernas dos cavalos, que acabam sendo sacrificados…
    Querer aplicar a polícia sueca para o povo brasileiro é tão insano quanto querer curar um cancêr com chá verde!
    Os políticos brasileiros estão tendo a Policia Federal que merecem e os manifestantes brasileiros estão tendo a Polícia Militar que merecem!

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